Namorar Mulheres Mais Velhas... Pecado?

É pecado namorar mulheres mais velhas?


Você pergunta sobre "pecado". Há muitas coisas nesta vida que, apesar de não ser pecado, não são aconselháveis, por ser caminhos que nos conduzem à infelicidade ou ao próprio pecado. Se você quer adotar um princípio para a sua vida, de felicidade e vida longa, considere o fato de namorar seriamente com a intenção de casar. Para tanto, o bom namoro acontece depois que gastamos um bom tempo em uma amizade sadia e longa com a outra pessoa. De tal amizade já surge um namoro que terá rumo. Por isso, é mais óbvio que, daí, surgirá o casamento. Mas é claro que o namoro pode acabar. Um jovem cristão bem intencionado pode até não dar sorte com a primeira ou segunda namorada, e pode ser que venha a namorar outras. No entanto, se ele conseguir, é muito bom que se case com a primeira, desde que não o faça precipitadamente. Quem consegue isso tem mais chance de seguir acertando no resto da vida, no relacionamento.


Quanto à namorada ser mais velha, não se esqueça do conselho bíblico do "jugo desigual" (2 Coríntios 6:14). Jugo desigual é todo o conjunto de diferenças tão marcantes entre o casal que chegam a impedir que o relacionamento aconteça de forma sadia. Por um lado, não existe a incompatibilidade de gênio, mas a falta de habilidade ou de disposição em se relacionar. Mas, por outro lado, duas pessoas podem, antes de começar um relacionamento sério, perceber que, entre si, há tantas diferenças e tão grandes, que eles seguiriam mais sofrendo com essas diferenças que sendo felizes apesar delas. Diferenças como: ideal de vida, idade, raça, nível social, nível de instrução, nível de maturidade, crenças religiosas, entre outras. Essas podem ser apenas diferenças adaptáveis, quanto podem chegar ao que a Bíblia chama de "jugo desigual". O ajuste das diferenças é a tentativa de se aproximar o máximo possível para ser bem parecidos, quase iguais, ser "um". E isso é inegociável dentro de um casamento, em relação à maturidade.

Os parceiros precisam ter o mesmo nível de maturidade. Caso contrário, o relacionamento entra em colapso. Geralmente, a mulher é dois a cinco anos mais madura que o homem. Isso faz com que, por exemplo, muitas vezes, um casal, cuja mulher tenha 25 anos e o homem tenha 29, cheguem ao mesmo nível de maturidade. Isso geralmente acontece, mas pode variar muito, a ponto de haver a exceção de uma mulher mais velha ter o mesmo nível de maturidade de um homem mais novo. Como descobrir isso? Com uma longa amizade, um longo namoro, muito diálogo, convivência, mente aberta para leituras adequadas, ouvidos abertos para os conselhos das outras pessoas e coração aberto para Deus.

Todo relacionamento é um risco. Um namoro entre duas pessoas com diferença muito grande de idade é uma exceção à regra, e neste caso, o risco é incomparavelmente maior. Ore bastante.

Um abraço,
Pr. Valdeci Júnior


Twitter: @Valdeci_Junior

1844: Início ou Fim da Purificação do Santuário?

Em 1844 a purificação do santuário começou ou terminou? (cf. Dn 8:14)

Deus não permitiria que o eclipsamento da verdade relativa ao ministério sumo-sacerdotal de Cristo prosseguisse indefinidamente. Através de homens e mulheres fiéis e tementes a Deus, Ele reavivaria Sua causa. A Reforma redescobriu parcialmente o papel de Cristo como nosso Mediador, o que ocasionou grande reavivamento no seio do mundo cristão. Contudo, havia ainda outras verdades a serem reveladas acerca do ministério celestial de Cristo.


A visão de Daniel indicara que o papel de Cristo como nosso sumo sacerdote tornar-se-ia especialmente notável no “tempo do fim” (Dan. 8:17), quando Ele começasse Sua obra especial de purificação e julgamento, em adição ao Seu contínuo ministério intercessório (Heb. 7:25). A visão especifica o momento em que Jesus deveria começar seu antitípico ministério do dia da expiação – a tarefa de juízo investigativo (Daniel 7) e purificação do santuário – “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dan. 8:14).

Somente depois que se terminava a purificação é que o bode Azazel (simbolizando a Satanás e a culpa que finalmente assuimirá e por ela pagará por todos os pecados expiados, transferidos a ele), contraste do bode do Senhor recebia a transferência de todos os pecados e era enviado para o deserto, a condenação eterna (cf. Lev 16), e erradicação total do pecado. A profecia de Daniel 8:14 anuncia o tempo quando deveria começar a obra especial simbolizada pelo dia da expiação. A purificação do santuário celestial abarca toda a parte da obra do juízo final que começa com a fase da investigação e termina com a fase da execução (que por não ter acontecido ainda nos indica inda estarmos neste período - dia da expiação), que dá como resultado a erradicação permanente e total do pecado do universo.

Que o seu nome seja achado entre aqueles cujos pecados são expiados!!!

Que o Deus dos Céus continue abençoando muito a você.

Um abraço do seu amigo e irmão em Cristo,


Pr. Valdeci Júnior


Twitter: @Valdeci_Junior

Paixão de Cristo em Filme de Mel Gibson

Pastor, qual é a opinião da sua igreja sobre o filme “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson?

Prezado amigo visitante da Sala,

 A pergunta sobre tal filme não tem uma resposta oficial da igreja. A igreja não se preocupou em fazer um documento oficial analítico sobre tal filme. Entretanto, as pessoas pertencentes à igreja, como todo ter humano, têm suas idéias particulares sobre o assunto. Note: a idéia de um membro ou mesmo líder em uma denominação não representa necessariamente o pensamento oficial de uma corporação.

Para ter uma noção destas idéias particulares, transcrevo abaixo, na íntegra, uma reportagem realizada por uma agencia de noticias da igreja. É uma análise da ANN, sobre os membros e o filme "A Paixão de Cristo". Leia, assista o filme, leia a Bíblia, e faça sua própria análise.
"A Paixão de Cristo", um filme de 30 milhões de dólares que retrata as 12 últimas horas da vida de Jesus de Nazaré, já tem provocado um debate mundial sobre esses eventos e sua significação. O filme, co-escrito e produzido, financiado e dirigido pelo ator Mel Gibson, será lançado na América do Norte em 25 de fevereiro, com lançamento na Grã-Bretanha um mês depois. Outros lançamentos ocorrerão a nível mundial em seguida.

A película já tem causado controvérsia pelo modo como descreve os líderes religiosos judaicos dos dias de Jesus, homens que se mobilizaram pela Sua crucifixão. Alguns têm acusado o filme de ser de teor anti-semita, enquanto outros, tal como o Rabino Daniel Lapin, crítico cinematográfico, Michael Medved e o próprio Gibson dizem que o filme não tem tal intenção.

Vários diretores adventistas de Ministério de Mídia, bem como este repórter, tiveram oportunidade de ver o filme durante uma exibição privada em 16 de fevereiro durante a Convenção Nacional de Difusores Religiosos em Charlotte, Carolina do Norte. Fizemos parte de uma audiência de quase 3.000 pessoas reunidas no salão de bailes do centro de convenções. Ao terminar a exibição do filme de duas horas perto da meia-noite, o silêncio dominava a multidão que se dirigia para a saída. Além de alguns que oravam silenciosamente em seus assentos, não havia conversas ou barulho de qualquer tipo. A natureza pungente e gráfica do filme e seu impacto impediu a conversação normal por vários minutos.

"Durante esta exibição privada de 'A Paixão' sentimo-nos dominados pelo impacto [e] não só sobre nós", declarou o Pastor Lonnie Melashenko, diretor/orador de "A Voz da Profecia", um ministério de rádio e TV sediado em Simi Valley, Califórnia, EUA.

"Foi uma exibição profundamente espiritual, impressionantemente precisa. Eu incentivaria vigorosamente os que estão envolvidos no projeto Semeando Um Bilhão a dirigirem-se aos cinemas e oferecerem os folhetos promovendo os estudos bíblicos da série "Descoberta da Bíblia" àqueles que estão saindo do cinema, disse ele.

Melashenko acrescentou: "Este filme propiciará muitas oportunidades para testemunho. É quase providencial que apareça durante o 'Ano de Evangelismo' para nossa igreja e a campanha do Semeando Um Bilhão".

O Pastor John Lomacang, da Igreja Adventista de Thompsonville, em Illinois, também participou da convenção e da exibição particular. Ele disse que a mensagem subjacente ao filme foi o que mais o impressionou.

"O ponto mais forte para mim foi que Jesus foi esmagado por nossas transgressões", ele disse na manhã após a exibição. "Se [Mel Gibson] estava visando a descrever com exatidão o sofrimento de Jesus, ele teve êxito".

Conquanto desejasse ter visto maior ênfase dada sobre a ressurreição de Jesus, Lomacang, isso "poderia ter apagado de nossas mentes o sofrimento" do Nazareno.

Ele também notou que o efeito do filme sobre sua audiência: "Foi a mais silenciosa saída de um filme que já experimentei".

Conquanto se espere que o efeito do filme sobre audiências propicie oportunidades para o evangelismo, devem os adventistas correr para os cinemas? Não sem considerar as origens do filme, declara o Dr. Angel Manuel Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisa Bíblica da denominação.

"Tenham em mente que esta é uma produção de Hollywood", declarou o Dr. Rodríguez, que ainda não assistiu ao filme. "O produtor pode ser sincero, mas há outras questões. Também [Gibson] tem seus próprios pontos de vista teológicos", aduziu.

Contudo, acrescentou: "não há nada errado em ir ver um filme sobre Jesus. Se for tão fiel ao relato do Evangelho, nada há de errado em vê-lo. Teremos que ver quão intenso é este filme, quão fiel ao texto bíblico".

Conquanto Gibson, um católico romano "tradicionalista" que rejeita pessoalmente muitas das mudanças instituídas pelo Concílio Vaticano II, disse que extraiu a história dos relatos dos Evangelhos, ele também admite que as visões de duas freiras católicas, Anne Catherine Emmerich da França e Maria de Agreda, da Espanha, influenciaram seu script. Numa entrevista com David Neff, editor-chefe da revista "Christianity Today", Gibson declarou que "o filme é tão mariano", em seu tratamento de Maria, a mãe de Jesus.

Tais elementos podem ser estranhos a muitos que o virem. O Dr. Rodríguez declara que de um modo geral, o filme "porá a Jesus de volta na consciência social do mundo ocidental. De repente as pessoas estão falando sobre a morte de Jesus e o que representa".

Dick Duerksen, diretor de desenvolvimento espiritual do Hospital Flórida, também viu o filme numa sessão privada. "Não creio que as pessoas devam ver o filme a menos que creiam que a cruz seja o ponto de contato com a eternidade", disse Duerksen a ANN. "Vão perder totalmente o principal".

"O que me impressionou mais sobre o filme é a reação da audiência; 10 minutos de filme e começa a choradeira, e assim pelo restante do filme, havia muitas pessoas chorando, gemendo, confessando os pecados, pedindo perdão e louvando a Deus por Sua graça" Duerksen acrescentou. "Foi realmente impressionante a maneira em que as pessoas reagiam".

Prevendo que o filme se tornará "um tema de conversações" nas instalações do Hospital Florida, Duerksen disse que ingressos foram adquiridos para 50 de seus capelães, para prepará-los para discussões com pacientes e outros.





Fonte: February 24, 2004 Silver Spring, Maryland, United States .... [Mark A. Kellner/ANN], extraído de http://news.adventist.org/data/2004/01/1077630765/index.html.pt .





Pr. Valdeci Júnior

Twitter: @Valdeci_Junior

O cristão deve presentear com ovos de páscoa?

Já havia escrito uma página inteira sobre o assunto quando decidi apagar tudo e fazer uma nova abordagem. Cheguei à conclusão de que, se muitos artigos já abordam o significado da páscoa com base em Êxodo 12, seria mais útil escrever algo sobre dar ou não ovos de chocolate de presente.




Em Filipenses 4:5 recebemos o seguinte conselho: “Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.” Paulo diz que Jesus está voltando e que uma das maneiras de testemunharmos às outras pessoas sobre Ele é sendo moderados em tudo o que fazemos. Por isso, acredito que esse versículo precisa ser levado em conta nesse tipo de resposta que pretendo dar no artigo.



Sabemos que os ovos de chocolate são usados para sustentar a máquina capitalista. Todavia, não acredito que isso seja um bom argumento para proibirmos uma simples manifestação de apreço por um filho ou amigo. Afinal, o capitalismo também é sustentado com os computadores e roupas que compramos – e com uma infinidade de outros produtos dos quais fazemos uso. Portanto, deixamos de lado esse argumento.



Também há a questão do cuidado com nossa saúde, que não deve ser passada por alto. Nossa alimentação precisa ser saudável e precisamos nos esforçar para atingirmos essa meta, pois, através de nossa alimentação Deus é glorificado (1Co 10:31). Além disso, com um corpo e uma mente saudável podemos nos comunicar melhor com o Espírito Santo.



O ideal é que nenhum de nós coma qualquer tipo de doce, porém, nem todos têm a mesma facilidade para tomar tal decisão. Por isso, precisamos ter paciência com as pessoas que estão no processo de crescimento. Cada um deve decidir por si quando será o tempo ideal para não comer doce algum.



Alguns farão total abstinência, enquanto que outros usarão doces (incluindo chocolates) em pouca quantidade. Os dois grupos precisam ser respeitados. Afinal, o cristão tem que olhar para a sua própria vida e não para o prato dos outros.



Certo é que, depois de receber algumas manifestações sobre o assunto cheguei à conclusão de que faz menos mal dar um presentinho de páscoa do que encher a boca de críticas e despejar tudo nos outros…



Se Jesus Cristo for o primeiro em nossas vidas, aprenderemos a ser tolerantes com os demais e moderados em nossas opiniões. Encontraremos o equilíbrio necessário para vivermos o cristianismo sem desanimar os outros com atitudes extremistas que não levam a nada.



Desse modo, mesmo que o sacrifício de Cristo por nós deva ser lembrado todos os dias, não deixe a páscoa passar em branco. Poderá usar esse momento para falar ao coração das pessoas que o personagem central do período pascal é o Salvador. Esse é um momento do ano em que todos estão mais sensíveis (assim como no Natal) e não deveríamos perder a oportunidade.



Também não diga aos seus filhos que ganhar um ovinho de páscoa “é algo pagão”. Respeite a sensibilidade das crianças e ensine-as a viver com moderação em tudo aquilo que fazem, para que na fase adulta reflitam melhor o caráter de Deus.



E, não se esqueça de ensinar às crianças que a melhor maneira de celebrarmos a páscoa é participarmos da Santa Ceia (Jo 13; 1Co 11:17-34), como estabelecida pelo Senhor: com a presença do pão sem fermento (símbolo do corpo de Cristo sem pecado), do vinho sem álcool (símbolo do perfeito sangue de Cristo derramado na cruz) e do Lava-pés (símbolo de humildade e de reconhecimento do valor de nosso irmão na fé).



Fale a elas que, quando tiverem idade suficiente para compreenderem melhor o que Jesus fez por cada ser humano, poderão participar da Ceia, até o dia em que Jesus voltará para nos buscar e levar-nos para o lar eterno que Deus preparou para aqueles que O amam:



“Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1Co 11:26)



Se quiser saber algo mais sobre a origem da páscoa, recomendo a leitura do artigo disponibilizado pelo amigo e pastor Valdeci Júnior no site http://www.nasaladopastor.com/ Lá poderá encontrar também outras respostas dele sobre a páscoa.

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Ancião

Penina. A mulher irritante.

Duas mulheres e um marido. Um tanto comum na Bíblia. Exemplos de sobra que provam que a poligamia não dá certo. O que funciona mesmo é o casamento. Um homem e uma mulher. Isso sim é invenção de Deus, lá na criação do planeta.




Duas mulheres e um marido. Uma boazinha. A outra, uma “cascavel”… Que me perdoem as serpentes. O marido chamava-se Elcana. Elcana parece que gostava mais da que era boazinha, chamada Ana. Já a “outra”, cujo nome era Penina, tinha uma grande vantagem para aquela época: dava filhos. Tinha filhos. Ana, porém, era estéril. Não tinha essa bênção.



Não é de Ana, que depois foi mãe de Samuel, que quero destacar na mensagem de hoje. Quero falar de Penina. Sim, ela mesma, a “cobra” da história. E se você quiser encontrar um culpado na história de infelicidade dessa família desajustada, comece a jogar pedras no marido, Elcana. Quem mandou ter duas mulheres!



A vida naquela casa não era fácil. Todos os anos a família de Elcana viajava para Silo, cidade onde estava concentrada a adoração ao Senhor Deus. Lá ofereciam sacrifícios ao Todo-poderoso. Veja, porém, que coisa engraçada (para não dizer trágica) acontecia: Elcana dava pedaços de carne para Penina e para os filhos dela. Para Ana, porém, o marido dava tudo em dobro. Ele amava Ana, apesar dela não ter tido filhos.



E o que fazia Penina? Imagine o que faz uma mulher enciumada, rejeitada, desprezada, deixada de lado, marginalizada pelo marido… Penina não tinha pena. O prazer de Penina era ridicularizar a rival. E qual era a ferida de Ana que Penina cutucava com prazer? O fato de Ana não ter filhos. E ela fazia isso sordidamente. A Bíblia diz que Penina “provocava excessivamente [Ana] para irritar”. E fazia isso todos os dias. Todos os anos. A Ana, coitada, que recebia tudo em dobro, não conseguia sequer comer. Só chorava.



Eu não sei o que aconteceu com Penina quando Ana ficou grávida de Samuel. Samuel foi entregue ao templo, consagrado ao Senhor. Mas a história não terminou aí. Ana ficou grávida novamente. E mais uma vez. E mais outra, e mais outra, e novamente, pela quinta vez. Além de Samuel, teve três filhos e duas filhas.



A lição de tudo isso? Não faça como Elcana. Não aja como Penina. Faça como Ana. Peça e confie na resposta do Senhor.


Amilton Menezes

Ellen White ensinou que o uso de perucas faz mal à saúde?

Ellen White escreveu que as perucas, “cobrindo a base do cérebro, aquecem e estimulam os nervos espinhais que se centralizam no cérebro”.




Porém, a qual tipo de peruca ela se referia? Com certeza, não eram as modernas perucas de nossos dias!



Se os críticos fossem mais honestos (não me refiro a todos) teriam considerado todas as declarações dela sobre o assunto, existentes em outras edições do The Health Reformer (não apenas a edição de outubro de 1871, onde se encontra o conselho da profetisa).



Ellen White está falando de um produto muito diferente de nossos dias. Quando se analisa o The Health Reformer de julho de 1867, percebe-se que ela trata de perucas que eram “ramalhetes monstruosos de cabelos encaracolados, algodão, plantas marinhas, lã, barba-de-velho, e outras numerosas abominações”.



Quem usava esse tipo de peruca sentia um forte calor na parte posterior da cabeça e um grande incômodo durante o momento em que permanecia com ela.



Há outro artigo do The Health Reformer que os acusadores deveriam considerar (janeiro de 1871). Nele encontramos a informação sobre as “perucas de juta”, que eram feitas com cascas da árvore e que estavam infestadas de percevejos que se enterravam no couro cabeludo! Imagine se uma peruca dessas iria fazer bem à saúde!



Seria correto julgar o que a autora escreveu sobre as perucas do século 18, tendo como base o nosso século? Reflita nisso, sincero leitor

fonte original: Na Mira da Verdade

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Ministério Jovem

Um cristão deveria vender bebidas alcoólicas e cigarros?

Quem trabalha com produtos como cigarro, cerveja, etc., está pecando? Um pastor da igreja quadrangular me disse que não é errado, pois, a pessoa só esta fazendo o seu serviço. Isso procede? Ao meu entender vejo que é pecado, mas, gostaria da sua explicação…




Há fortes princípios bíblicos que nos mostram ser pecado a venda de cigarros, cervejas e outras bebidas alcoólicas:



1) O princípio de 1 Coríntios 3:16, 17: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado.” (Conferir 1Co 6:19-20).



O corpo humano é o santuário, morada do Espírito Santo (a Terceira Pessoa da Trindade). Sendo o cristão chamado a ser “sal da terra” e “luz do mundo” (Mt 5:13, 14), ele não pode contribuir, através de um falso testemunho, com a propagação de substâncias que destruam a saúde das outras pessoas!



O apóstolo Paulo afirma claramente que, quem destruir o corpo (inclusive o corpo dos outros), será destruído, pois, o aspecto físico é sagrado.



2) O princípio de Êxodo 20:13: “Não matarás.”



A ingestão de álcool e o tragar cigarros mata. Dessa maneira, quem vende tais produtos (e também trafica drogas) está, de certo modo, “matando” outras pessoas e terá de dar contas a Deus por isso (Rm 14:12; Ap 22:15).



3) O princípio de Mateus 7:12: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas.”



Da mesma forma que um cristão não gostaria que alguém vendesse bebidas e cigarros para um filho seu, por exemplo, não deve vender para os filhos dos outros!



4) O princípio de Habacuque 2:15: “Ai daquele que dá de beber ao seu companheiro, misturando à bebida o seu furor, e que o embebeda para lhe contemplar as vergonhas!”



É proferido um “ai” sobre aquele que dá de beber a outras pessoas. E não poderia ser diferente, pois, a pessoa está contribuindo com os planos de satanás de destruir a saúde humana e acabar com as famílias, pervertendo assim ainda mais a sociedade.



Esses são alguns princípios que nos ensinam ser proibida por Deus a comercialização de fumo e bebidas alcoólicas.

Fonte: Na Mira da Verdade