TEMPO DE ESPERANÇA (clique aqui)
Você é nosso convidado
Rua Capitão Moraes, 705
Piedade SP
Igreja Adventista do Sétimo dia de Piedade SP
de 23 a 30 de outubro
às 19h30
informação pelo Cel. 15- 9753-6593 (Vagner Fidelis)
msn: vagner@advir.com
Illuminati
Algumas pessoas têm me contatado para obter informações sobre os Illuminati. A seguir, disponibilizo a resposta que dei a uma pessoa amiga.
Ótima leitura!
Resposta:
Você perguntou sobre os Illuminati. William Schnoebelen, ex-maçom, escreveu um livro intitulado “Maçonaria Por Trás da fechada de Luz” (Brasília: Propósito Eterno Editora, 2006) onde ele explica o significado da palavra Illuminat. Ele chama de “teóricos em conspirações” (p. 152) aquelas pessoas que afirmam ser esse grupo um “governo vasto e sombrio que busca dominar o mundo” (Ibidem). Ele está certo: há realmente aqueles que têm uma “síndrome de perseguição religiosa” e que “encontram” nas sociedades secretas pessoas “dispostas a persegui-las” por causa da fé. Isso é um exagero. Veja o que Schnoebelen escreveu sobre eles:
“O termo é o plural da palavra latim Illuminatus, que significa ‘o que é iluminado’. Desse modo, significa que uma pessoa recebeu por inteiro a iniciação que lhe foi oferecida pela maçonaria.
“Tecnicamente falando, um Illuminatus é um mestre maçom que recebeu toda ‘luz’ que a maçonaria pode conceder. Ele está além do 33º grau! (último grau de conhecimento na maçonaria) Tais pessoas são conhecidas como Mestres do Templo e são conhecidas coletivamente por outros nomes, além de os Illuminati.” (p.p. 152, 153).
Não devemos dar atenção ao grande número de artigos na Internet que mais se preocupam em alarmar do que instruir. Nossa preocupação não deve ser com algum ramo da maçonaria (mesmo que essa tenha um papel significativo no desenrolar da história) e sim em estarmos preparados para a Volta de Jesus (Ap 1:7) e não aceitarmos o sinal do poder representado pela besta de Apocalipse 13.
Se nos mantivermos fiéis a Deus nos últimos momentos da história, a graça de Cristo nos ajudará a sairmos vencedores na batalha entre o bem e o mal – mesmo que o diabo invista todo seu poder maligno para nos prejudicar. A comunhão com Cristo (Mt 11:28-30) e o conhecimento das profecias de Daniel e Apocalipse nos prepararão para enfrentarmos os acontecimentos que ocorrerão nos últimos dias: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia [do livro do Apocalipse] e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Ap 1:3).
Por isso, recomendo que adquira os livros “Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel” e “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell, com a editora Casa Publicadora Brasileira. Poderá acessar o site www.cpb.com.br ou telefonar para 0800 979-0606.
Deus lhe abençoe ricamente,
Leandro Quadros.
Ótima leitura!
Resposta:
Você perguntou sobre os Illuminati. William Schnoebelen, ex-maçom, escreveu um livro intitulado “Maçonaria Por Trás da fechada de Luz” (Brasília: Propósito Eterno Editora, 2006) onde ele explica o significado da palavra Illuminat. Ele chama de “teóricos em conspirações” (p. 152) aquelas pessoas que afirmam ser esse grupo um “governo vasto e sombrio que busca dominar o mundo” (Ibidem). Ele está certo: há realmente aqueles que têm uma “síndrome de perseguição religiosa” e que “encontram” nas sociedades secretas pessoas “dispostas a persegui-las” por causa da fé. Isso é um exagero. Veja o que Schnoebelen escreveu sobre eles:
“O termo é o plural da palavra latim Illuminatus, que significa ‘o que é iluminado’. Desse modo, significa que uma pessoa recebeu por inteiro a iniciação que lhe foi oferecida pela maçonaria.
“Tecnicamente falando, um Illuminatus é um mestre maçom que recebeu toda ‘luz’ que a maçonaria pode conceder. Ele está além do 33º grau! (último grau de conhecimento na maçonaria) Tais pessoas são conhecidas como Mestres do Templo e são conhecidas coletivamente por outros nomes, além de os Illuminati.” (p.p. 152, 153).
Não devemos dar atenção ao grande número de artigos na Internet que mais se preocupam em alarmar do que instruir. Nossa preocupação não deve ser com algum ramo da maçonaria (mesmo que essa tenha um papel significativo no desenrolar da história) e sim em estarmos preparados para a Volta de Jesus (Ap 1:7) e não aceitarmos o sinal do poder representado pela besta de Apocalipse 13.
Se nos mantivermos fiéis a Deus nos últimos momentos da história, a graça de Cristo nos ajudará a sairmos vencedores na batalha entre o bem e o mal – mesmo que o diabo invista todo seu poder maligno para nos prejudicar. A comunhão com Cristo (Mt 11:28-30) e o conhecimento das profecias de Daniel e Apocalipse nos prepararão para enfrentarmos os acontecimentos que ocorrerão nos últimos dias: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia [do livro do Apocalipse] e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo.” (Ap 1:3).
Por isso, recomendo que adquira os livros “Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel” e “Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse”, de C. Mervyn Maxwell, com a editora Casa Publicadora Brasileira. Poderá acessar o site www.cpb.com.br ou telefonar para 0800 979-0606.
Deus lhe abençoe ricamente,
Leandro Quadros.
É pecado comer algo vendido em festas juninas?
O que a Bíblia tem a dizer sobre o uso de alimentos vendidos em festas juninas? Algumas pessoas têm me perguntado se comer algo vendido em um lugar festivo não seria “tomar parte na idolatria”, já que tal alimento é disponibilizado em um contexto idólatra. Vamos analisar o princípio bíblico de 1 Coríntios 8. Muitos que vão para o lado do extremismo deveriam ler com atenção este capítulo. Por isso, iremos analisá-lo em três partes:
Parte 1: “No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele. No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.” (1Co 8:1-6)
Ao tratar dos alimentos sacrificados aos ídolos em templos pagãos, Paulo afirma no verso 4 que, o ídolo “de si mesmo, nada é” e que “há senão um só Deus”. Portanto, achar que o alimento oferecido a um ídolo irá “contaminar espiritualmente” uma pessoa é falta de fé no único Ser (Deus) que pode permitir que algo nos aconteça. Se os ídolos não são reais, não há motivos para se preocupar com eles.
Parte 2: “Entretanto, não há esse conhecimento em todos; porque alguns, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas como a ele sacrificadas; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se. Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.” (1Co 8:7-8)
Mesmo que o comer um alimento oferecido a ídolo não influencie a vida espiritual, Paulo afirma que “não há esse conhecimento em todos”. Alguns, por terem tido familiaridade com a idolatria, ainda se sentem contaminados se comerem uma comida aparentemente “idólatra”. O apóstolo afirma que tais pessoas têm a consciência fraca e conclui: não é comida que nos recomendará a Deus. Por isso, nada iremos perder se não comermos e nada ganharemos se comermos. Portanto, o cristão é livre em Cristo para decidir.
Parte 3: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais. E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1Co 8:9-13)
Nesse ponto a Bíblia equilibra o assunto e agrada a “gregos e troianos”. Apesar de o cristão ser livre para comer ou não um alimento dedicado a um ídolo, não deve usar de sua liberdade para ferir a consciência dos “fracos”. Paulo também afirma que pecar contra a consciência dos irmãos é pecar contra Cristo.
Desse modo, se o comer um alimento vendido em uma festa junina irá escandalizar um “fraco”, o melhor é não comer.
Podemos ver que, na perspectiva bíblica, nada há de mal em comer, por exemplo, uma pipoca que foi vendida em uma festa junina (se você não fizer parte de uma festa onde há bebidas alcoólicas – ler Sl 1:1-2). Porém, se isso fizer com que um irmão se escandalize, é melhor fazer a pipoca em casa.
Levemos em conta que nas festas juninas não se costuma oferecer os produtos alimentícios aos “santos”. Todavia, siga a sua consciência, como orienta 1 Coríntios 8:1-13.
Em qual dos dois grupos de 1 Coríntios 8 você se enquadra? Nos dos fortes ou fracos na fé? Isso é o que menos importa. O mais importante é que sua opinião seja respeitada – e que você respeito a opinião dos outros.
Um abraço,
Leandro Quadros.
Parte 1: “No que se refere às coisas sacrificadas a ídolos, reconhecemos que todos somos senhores do saber. O saber ensoberbece, mas o amor edifica. Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber. Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele. No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele.” (1Co 8:1-6)
Ao tratar dos alimentos sacrificados aos ídolos em templos pagãos, Paulo afirma no verso 4 que, o ídolo “de si mesmo, nada é” e que “há senão um só Deus”. Portanto, achar que o alimento oferecido a um ídolo irá “contaminar espiritualmente” uma pessoa é falta de fé no único Ser (Deus) que pode permitir que algo nos aconteça. Se os ídolos não são reais, não há motivos para se preocupar com eles.
Parte 2: “Entretanto, não há esse conhecimento em todos; porque alguns, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas como a ele sacrificadas; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se. Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos.” (1Co 8:7-8)
Mesmo que o comer um alimento oferecido a ídolo não influencie a vida espiritual, Paulo afirma que “não há esse conhecimento em todos”. Alguns, por terem tido familiaridade com a idolatria, ainda se sentem contaminados se comerem uma comida aparentemente “idólatra”. O apóstolo afirma que tais pessoas têm a consciência fraca e conclui: não é comida que nos recomendará a Deus. Por isso, nada iremos perder se não comermos e nada ganharemos se comermos. Portanto, o cristão é livre em Cristo para decidir.
Parte 3: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais. E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1Co 8:9-13)
Nesse ponto a Bíblia equilibra o assunto e agrada a “gregos e troianos”. Apesar de o cristão ser livre para comer ou não um alimento dedicado a um ídolo, não deve usar de sua liberdade para ferir a consciência dos “fracos”. Paulo também afirma que pecar contra a consciência dos irmãos é pecar contra Cristo.
Desse modo, se o comer um alimento vendido em uma festa junina irá escandalizar um “fraco”, o melhor é não comer.
Podemos ver que, na perspectiva bíblica, nada há de mal em comer, por exemplo, uma pipoca que foi vendida em uma festa junina (se você não fizer parte de uma festa onde há bebidas alcoólicas – ler Sl 1:1-2). Porém, se isso fizer com que um irmão se escandalize, é melhor fazer a pipoca em casa.
Levemos em conta que nas festas juninas não se costuma oferecer os produtos alimentícios aos “santos”. Todavia, siga a sua consciência, como orienta 1 Coríntios 8:1-13.
Em qual dos dois grupos de 1 Coríntios 8 você se enquadra? Nos dos fortes ou fracos na fé? Isso é o que menos importa. O mais importante é que sua opinião seja respeitada – e que você respeito a opinião dos outros.
Um abraço,
Leandro Quadros.
O argumento fracassado dos observadores do domingo – Apocalipse 1:10
Publicado em 26 de julho de 2010, por Leandro Quadros no site Na Mira da Verdade, link no final desta:
Os observadores do domingo, em uma tentativa desesperada de defender o indefensável, apelam aos pais da igreja e ao texto de Apocalipse 1:10 para “provar” que o “dia do Senhor” não é o sábado. Leiamos o texto:
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta” Apocalipse 1:10.
Eles pecam em duas coisas:
1) Em usar a autoridade dos pais da igreja no lugar da autoridade da Bíblia (Jo 17:17);
2) Em dizer que a expressão grega Kuriakê heméra (Dia do Senhor), utilizada em Apocalipse 1:10, se refere ao primeiro dia da semana.
Vamos analisar a fragilidade dessa argumentação e mostrar que a Bíblia continua sendo a autoridade para o cristão que respeita a Deus e a autoridade de Sua Palavra.
Os pais da igreja
Mesmo tendo sido homens piedosos em suas épocas, não podemos fazer de tais homens nossa autoridade final em assuntos doutrinários. Isso por que “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (At 5:29).
Veja no que alguns dos pais da igreja acreditavam e conclua por si mesmo se, em matéria de doutrina, eles são confiáveis 100%. As informações a seguir forma extraídas do livro Subtilezas do Erro (1981):
Inácio dizia que se torna assassino quem não jejua no sábado; defende a transubstanciação, considerando herege quem admite apenas o simbolismo da santa ceia e exalta demais a autoridade do bispo, pondo-a acima da de César, chegando ao cúmulo de afirmar que, quem não o consulta, segue a satanás.
Barnabé (se é que existiu tal personagem), diz que a lebre muda a cada ano o lugar da concepção, que a hiena muda de sexo anualmente, e a doninha concebe pela boca. Afirma que Abraão conhecia o alfabeto grego (séculos antes que tal alfabeto existisse) e alegoriza a Bíblia.
Justino ensinava, entre outros absurdos, que os anjos do céu comem maná e que Deus, no princípio do mundo, deu o sol para ser adorado.
Clemente de Alexandria sustenta que os gregos se salvam pela sua sabedoria; afirma que Abraão era sábio em astronomia e aritmética e que Platão era profeta evangélico.
Tertuliano diz regozijar-se com os sofrimentos dos ímpios no inferno. Afirma que os animais oram. Defende o purgatório e a oração pelos mortos.
Eusébio era ariano (negava a Divindade de Cristo)
Irineu quer que as almas, separadas do corpo, tenham mãos e pés. Defende a supremacia de Roma, alegando que a igreja tem mais autoridade que a Palavra de Deus. Defende ardorosamente o purgatório.
Tais homens são as autoridades doutrinárias dos observadores do domingo, caro leitor! Pasmem! Não foi por acaso que Adam Clarck, comentarista evangélico, disse sobre eles: “Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula” – Clarkes’s Commentary, on Proverbs 8.
A expressão Kuriakê heméra (dia do Senhor) se refere ao domingo?
Só para os desinformados. No grego clássico, realmente a expressão foi aplicada por alguns pais da igreja ao domingo. Entretanto, a Bíblia não foi escrita no grego clássico, mas, no grego koinê (comum, do povo). Por isso, precisamos buscar o significado da expressão no tipo de grego utilizado pelos autores do Novo Testamento. Isso é óbvio demais a ponto de nem ser preciso redigir um comentário desses no presente artigo. Mas, por amor à verdade, é bom deixar tudo bem claro.
Eis algumas evidências de que a expressão grega para “dia do Senhor” (no grego bíblico) não se refere ao primeiro dia da semana:
1) A primeira menção ao domingo como “dia do Senhor” encontra-se num escrito falsamente atribuído a Pedro, chamado “Evangelho Segundo Pedro” (cap. 9:35), datado pelo menos uns 70 a 75 anos após o período que João escreveu o Apocalipse.
Uma pergunta aos dominguistas:
Como João iria se referir ao domingo em Apocalipse 1:10, sendo que a primeira citação como sendo este o dia do Senhor aparece cerca de 70 a 75 anos DEPOIS dele escrever este texto? Impossível!
2) Justino Mártir (ano 150 d.C) quando alude a um costume que se implanta entre os cristãos de sua época a reunirem-se no 1o dia da semana, refere-se a esse dia com a expressão “dia do Sol” e não “dia do Senhor”.
3) O evangelho de João teria sido escrito mais ou menos na mesma década que o Apocalipse e, ao referir-se ao domingo, o apóstolo não o chama de “dia do Senhor”, mas meramente “primeiro dia”. Nenhum título de santidade é dado ao domingo (só na imaginação fértil dos que são contra o quarto mandamento da Lei de Deus)
4) Nem o Pai nem o filho reclamaram o domingo como “SEU” em qualquer sentido. Se seguirmos a lógica dos oponentes (em guardar o domingo por que Jesus ressuscitou no primeiro dia), poderíamos santificar a sexta-feira – o dia da crucificação. Ele não tem menos importância para nós cristãos! Por que não chamar o dia da “ascensão” de “dia do Senhor?” Qual critério bíblico é utilizado para dizer que o momento da ressurreição é mais importante que o dia em que Cristo morreu e subiu aos céus?
6) Toda a vez que o Novo Testamento se refere ao primeiro dia da semana, usa a expressão “primeiro [dia] após o sábado” (Mt 28:1; Mc 16:2; Lc 24:1; Jo 20:1,19; At 20:7; 1Co. 16:2). Ou, “segundo [dia] após o sábado”, etc. Isto dá mais valor ao sétimo dia como ponto central da semana, para os escritores evangélicos.
O dia do Senhor na Bíblia
“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Gênesis 2:1-3 (Não venha me dizer que aqui não é o sábado…)
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” Êxodo 20:8-11.
“Respondeu-lhes ele: Isto é o que disse o SENHOR: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobrar separai, guardando para a manhã seguinte.” Êxodo 16:23 (Não se esqueça que o aquecer fogo no deserto exigia muito esforço e trabalho. Eles não tinham palitos de fósforos ou isqueiros como nós
“De que, trazendo os povos da terra no dia de sábado qualquer mercadoria e qualquer cereal para venderem, nada comprariam deles no sábado, nem no dia santificado; e de que, no ano sétimo, abririam mão da colheita e de toda e qualquer cobrança.” Neemias 10:31.
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs” Isaías 58:13.
“Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.” Mateus 12:8 (Aqui e no texto seguinte Jesus não diz que é o “senhor do sábado” para desobedecer e sim para dar o exemplo, ensinando as pessoas a guardarem o sétimo dia da maneira correta).
“De sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” Marcos 2:28.
Onde na Bíblia o domingo é chamado de “dia do Senhor”?
Os textos são tão claros para o filho de Deus – regenerado pelo Espírito – que não farei maiores comentários. Cabe a cada um aceitar ou não o que Deus diz e depois prestar contas a Ele pessoalmente (Rm 14:12; 2Co 5:10).
Gostaria que os defensores do domingo me respondessem a pelo menos uma pergunta, das várias que surgiram com esse artigo:
Como João iria se referir ao domingo em Apocalipse 1:10, sendo que a primeira citação como sendo este o dia do Senhor aparece cerca de 70 a 75 anos DEPOIS dele escrever esse texto?
Aguardarei respostas sinceras e embasadas na Bíblia.
“Então, disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?” Êxodo 16:28
http://novotempo.com/namiradaverdade/
Os observadores do domingo, em uma tentativa desesperada de defender o indefensável, apelam aos pais da igreja e ao texto de Apocalipse 1:10 para “provar” que o “dia do Senhor” não é o sábado. Leiamos o texto:
“Achei-me em espírito, no dia do Senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta” Apocalipse 1:10.
Eles pecam em duas coisas:
1) Em usar a autoridade dos pais da igreja no lugar da autoridade da Bíblia (Jo 17:17);
2) Em dizer que a expressão grega Kuriakê heméra (Dia do Senhor), utilizada em Apocalipse 1:10, se refere ao primeiro dia da semana.
Vamos analisar a fragilidade dessa argumentação e mostrar que a Bíblia continua sendo a autoridade para o cristão que respeita a Deus e a autoridade de Sua Palavra.
Os pais da igreja
Mesmo tendo sido homens piedosos em suas épocas, não podemos fazer de tais homens nossa autoridade final em assuntos doutrinários. Isso por que “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens.” (At 5:29).
Veja no que alguns dos pais da igreja acreditavam e conclua por si mesmo se, em matéria de doutrina, eles são confiáveis 100%. As informações a seguir forma extraídas do livro Subtilezas do Erro (1981):
Inácio dizia que se torna assassino quem não jejua no sábado; defende a transubstanciação, considerando herege quem admite apenas o simbolismo da santa ceia e exalta demais a autoridade do bispo, pondo-a acima da de César, chegando ao cúmulo de afirmar que, quem não o consulta, segue a satanás.
Barnabé (se é que existiu tal personagem), diz que a lebre muda a cada ano o lugar da concepção, que a hiena muda de sexo anualmente, e a doninha concebe pela boca. Afirma que Abraão conhecia o alfabeto grego (séculos antes que tal alfabeto existisse) e alegoriza a Bíblia.
Justino ensinava, entre outros absurdos, que os anjos do céu comem maná e que Deus, no princípio do mundo, deu o sol para ser adorado.
Clemente de Alexandria sustenta que os gregos se salvam pela sua sabedoria; afirma que Abraão era sábio em astronomia e aritmética e que Platão era profeta evangélico.
Tertuliano diz regozijar-se com os sofrimentos dos ímpios no inferno. Afirma que os animais oram. Defende o purgatório e a oração pelos mortos.
Eusébio era ariano (negava a Divindade de Cristo)
Irineu quer que as almas, separadas do corpo, tenham mãos e pés. Defende a supremacia de Roma, alegando que a igreja tem mais autoridade que a Palavra de Deus. Defende ardorosamente o purgatório.
Tais homens são as autoridades doutrinárias dos observadores do domingo, caro leitor! Pasmem! Não foi por acaso que Adam Clarck, comentarista evangélico, disse sobre eles: “Em ponto de doutrina a autoridade deles é, a meu ver, nula” – Clarkes’s Commentary, on Proverbs 8.
A expressão Kuriakê heméra (dia do Senhor) se refere ao domingo?
Só para os desinformados. No grego clássico, realmente a expressão foi aplicada por alguns pais da igreja ao domingo. Entretanto, a Bíblia não foi escrita no grego clássico, mas, no grego koinê (comum, do povo). Por isso, precisamos buscar o significado da expressão no tipo de grego utilizado pelos autores do Novo Testamento. Isso é óbvio demais a ponto de nem ser preciso redigir um comentário desses no presente artigo. Mas, por amor à verdade, é bom deixar tudo bem claro.
Eis algumas evidências de que a expressão grega para “dia do Senhor” (no grego bíblico) não se refere ao primeiro dia da semana:
1) A primeira menção ao domingo como “dia do Senhor” encontra-se num escrito falsamente atribuído a Pedro, chamado “Evangelho Segundo Pedro” (cap. 9:35), datado pelo menos uns 70 a 75 anos após o período que João escreveu o Apocalipse.
Uma pergunta aos dominguistas:
Como João iria se referir ao domingo em Apocalipse 1:10, sendo que a primeira citação como sendo este o dia do Senhor aparece cerca de 70 a 75 anos DEPOIS dele escrever este texto? Impossível!
2) Justino Mártir (ano 150 d.C) quando alude a um costume que se implanta entre os cristãos de sua época a reunirem-se no 1o dia da semana, refere-se a esse dia com a expressão “dia do Sol” e não “dia do Senhor”.
3) O evangelho de João teria sido escrito mais ou menos na mesma década que o Apocalipse e, ao referir-se ao domingo, o apóstolo não o chama de “dia do Senhor”, mas meramente “primeiro dia”. Nenhum título de santidade é dado ao domingo (só na imaginação fértil dos que são contra o quarto mandamento da Lei de Deus)
4) Nem o Pai nem o filho reclamaram o domingo como “SEU” em qualquer sentido. Se seguirmos a lógica dos oponentes (em guardar o domingo por que Jesus ressuscitou no primeiro dia), poderíamos santificar a sexta-feira – o dia da crucificação. Ele não tem menos importância para nós cristãos! Por que não chamar o dia da “ascensão” de “dia do Senhor?” Qual critério bíblico é utilizado para dizer que o momento da ressurreição é mais importante que o dia em que Cristo morreu e subiu aos céus?
6) Toda a vez que o Novo Testamento se refere ao primeiro dia da semana, usa a expressão “primeiro [dia] após o sábado” (Mt 28:1; Mc 16:2; Lc 24:1; Jo 20:1,19; At 20:7; 1Co. 16:2). Ou, “segundo [dia] após o sábado”, etc. Isto dá mais valor ao sétimo dia como ponto central da semana, para os escritores evangélicos.
O dia do Senhor na Bíblia
“Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.” Gênesis 2:1-3 (Não venha me dizer que aqui não é o sábado…)
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o SENHOR abençoou o dia de sábado e o santificou.” Êxodo 20:8-11.
“Respondeu-lhes ele: Isto é o que disse o SENHOR: Amanhã é repouso, o santo sábado do SENHOR; o que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o em água; e tudo o que sobrar separai, guardando para a manhã seguinte.” Êxodo 16:23 (Não se esqueça que o aquecer fogo no deserto exigia muito esforço e trabalho. Eles não tinham palitos de fósforos ou isqueiros como nós
“De que, trazendo os povos da terra no dia de sábado qualquer mercadoria e qualquer cereal para venderem, nada comprariam deles no sábado, nem no dia santificado; e de que, no ano sétimo, abririam mão da colheita e de toda e qualquer cobrança.” Neemias 10:31.
“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do SENHOR, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs” Isaías 58:13.
“Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.” Mateus 12:8 (Aqui e no texto seguinte Jesus não diz que é o “senhor do sábado” para desobedecer e sim para dar o exemplo, ensinando as pessoas a guardarem o sétimo dia da maneira correta).
“De sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado.” Marcos 2:28.
Onde na Bíblia o domingo é chamado de “dia do Senhor”?
Os textos são tão claros para o filho de Deus – regenerado pelo Espírito – que não farei maiores comentários. Cabe a cada um aceitar ou não o que Deus diz e depois prestar contas a Ele pessoalmente (Rm 14:12; 2Co 5:10).
Gostaria que os defensores do domingo me respondessem a pelo menos uma pergunta, das várias que surgiram com esse artigo:
Como João iria se referir ao domingo em Apocalipse 1:10, sendo que a primeira citação como sendo este o dia do Senhor aparece cerca de 70 a 75 anos DEPOIS dele escrever esse texto?
Aguardarei respostas sinceras e embasadas na Bíblia.
“Então, disse o SENHOR a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis?” Êxodo 16:28
http://novotempo.com/namiradaverdade/
Parábolas de Jesus: as dez virgens
O cenário da parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) era típico de um casamento no Oriente Médio. Geralmente à noite, os convidados para a festa nupcial deveriam esperar pelo noivo junto à casa da noiva. Quando ele chegava, acompanhava a noiva e os convidados até sua casa, onde começava a festa. Se houvesse uma demora maior do que as expectativas, as lâmpadas poderiam ter ou não azeite suficiente para continuarem acesas. Imagine o caso de algumas moças tateando no escuro, com vestidos de festa, quando todos já estavam se afastando! Quando Cristo, sentado, contemplava o grupo que aguardava o esposo, contou aos discípulos a história das dez virgens, ilustrando, pela experiência delas, a da igreja que viveria justamente antes de Sua segunda vinda. Os dois grupos de vigias representam as duas classes que professam estar à espera de seu Senhor. São chamadas virgens porque professam fé pura.
Mateus 25:1: “Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.”
25:2: “Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.”
25:3 “As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo;”
25:4: “no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas.”
25:5: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram.”
25:6: “Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!”
25:7: “Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas.”
25:8: “E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.”
25:9: “Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o.”
25:10: “E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta.”
25:11: “Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!”
25:12: “Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.”
25:13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.”
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (Sl 119:105). A lâmpada é a Palavra de Deus. O óleo é o Espírito Santo (Zc 4:1-6). Como as amigas da noiva esperaram pelo noivo, também a Igreja aguarda a volta de Cristo. Quem não se sujeita ao Espírito Santo, se desanima e estará despreparado para o encontro com Cristo.
Existem aqueles que conhecem os mandamentos e promessas de Deus, mas não permitem que eles transformem sua vida. Da mesma forma que os ouvintes do solo rochoso da parábola do semeador, aceitaram a verdade com alegria, mas não fizeram dela a força motivadora de sua vida.
Na parábola, as dez virgens saíram ao encontro do esposo. Todas tinham lâmpadas e frascos. Por algum tempo não se notava diferença entre elas. Assim é com a igreja que vive justamente antes da segunda vinda de Cristo. Todos têm conhecimento das Escrituras. Todos ouviram a mensagem da proximidade da volta de Cristo e confiantemente O esperam. Como na parábola, porém, assim é agora. Existe um tempo de espera; a fé é provada; e quando se ouvir o clamor “Aí vem o Esposo! Saí-Lhe ao encontro!”, muitos não estarão preparados. Não têm óleo em seus vasos nem nas lâmpadas. Estão destituídos do Espírito Santo.
A teoria da verdade, se não estiver acompanhada da presença do Espírito Santo, não é suficiente para santificar o coração. Pode-se estar familiarizado com os mandamentos e promessas da Bíblia, mas se o Espírito de Deus não introduzir a verdade no íntimo, o caráter não será transformado. Sem a iluminação do Espírito, os homens não estarão aptos para distinguir a verdade do erro.
Ouvindo o clamor das cinco moças insensatas, à porta da casa do banquete, aprendemos mais algumas coisas. A primeira é que certos itens não podem ser obtidos no último minuto. O relacionamento com Cristo é um deles. Não podemos esperar estar prontos para Ele sem um preparo feito com antecedência. Segundo, há coisas que não podemos tomar emprestadas. Assim como as insensatas não podiam tomar óleo emprestado das amigas prudentes, também não podemos tomar emprestado o relacionamento com Deus. Cada um tem que desenvolver o seu.
Preparados para a emergência
As dez virgens foram surpreendidas pela chegada do noivo. Mas apenas cinco estavam preparadas para a viagem até a casa dele. O que fez a diferença? (v. 7 e 8). O que isso simboliza na vida do cristão? A diferença é que as que estavam preparadas mantiveram-se vigilantes. Isso simboliza que o cristão deve se manter sempre fiel à Palavra de Deus e sensível à influência do Espírito Santo. Ambos os grupos foram tomados de surpresa; porém, um estava preparado para a emergência, e o outro, não.
Quando acontecerão essas coisas? Qual será o sinal da Tua vinda? E do fim do mundo? Jesus respondeu com o sermão registrado em Mateus 24 e 25. Para compreender plenamente a parábola das dez virgens, é preciso enquadrá-la no contexto desses dois capítulos. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” (Mt 24:30); “mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36); “e não o perceberam” (Mt 24:39); “Portanto, vigiai, porque não sabeis” (Mt 24:42).
As dez virgens da parábola tinham a mesma aparência exterior, mas por dentro cinco estavam espiritualmente mortas. Estavam sonolentas, num quase estupor, enquanto as outras cinco estavam despertas. As dez começaram a noite com muita energia e grande expectativa, mas metade delas acabou dormindo. A pergunta é: Como podem os cristãos que aguardam a segunda vinda de Cristo permanecer despertos? Como manter e aumentar seu nível de energia? A resposta está sugerida na parábola: cinco virgens tinham o Espírito Santo enquanto as outras cinco não O tinham. As cinco que O tinham estavam envolvidas em um significativo testemunho e permaneciam alerta.
Testemunho
Um testemunho significativo é a própria regeneração da vida da pessoa. O termo significativo tem a ver com a aplicação dos dons espirituais ao serviço cristão. Os cristãos que tentam ministrar, sem os correspondentes dons do Espírito Santo, certamente fracassarão. Aqueles que exercitam seus dons no ministério serão bem-sucedidos e também revitalizados. Uma congregação sonolenta, quase letárgica, é aquela que se mantêm estagnada.
A hora da chegada do noivo simboliza o ponto da história humana em que Cristo volta. Como estará o mundo, por ocasião do retorno de Cristo? O mundo estará sob engano (Mt 24:5); estará sob guerras (Mt 24:6); sem amor ao próximo (Mt 24:12); ignorando a Deus (Mt 24:37, 38).
Apesar do testemunho diário da preparação da arca para o dilúvio, as pessoas continuaram a sua rotina diária, totalmente alheias ao evento que estava para ocorrer. Exatamente essa será a atitude de muitas pessoas pouco antes do retorno de Cristo. Os “cuidados do mundo” não devem distrair a atenção do cristão para o evento esperado.
O apóstolo Paulo assinala que essa será a característica especial dos que vivem justamente antes da segunda vinda de Cristo. Diz: “Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos… mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (2 Tm 3:1-5).
Essa é a classe de pessoas que em tempo de perigo é encontrada pregando paz e segurança. Acreditam estar tudo em ordem e não sonham com o perigo. Quando perceberem o grave erro de avaliação cometido, será tarde demais. De nada adiantará pedir socorro aos prevenidos e lhes tomar emprestado as reservas cuidadosamente preparadas. Em assuntos espirituais, ninguém pode remediar a deficiência de outros.
“Senhor, Senhor” – No dia final, muitos dirão: “Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E, em Teu nome, não expulsamos demônios? E, em Teu nome, não fizemos muitas maravilhas?” (Mt 7:22). Mas a resposta será: “Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de Mim” (Lc 13:27).
Precisamos estar sempre prontos, se quisermos passar a eternidade ao lado de Jesus.
(Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do advogado Mauro Braga)
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Mateus 25:1: “Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo.”
25:2: “Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.”
25:3 “As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo;”
25:4: “no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas.”
25:5: “E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram.”
25:6: “Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro!”
25:7: “Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas.”
25:8: “E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando.”
25:9: “Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o.”
25:10: “E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta.”
25:11: “Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta!”
25:12: “Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço.”
25:13: “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.”
“Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos” (Sl 119:105). A lâmpada é a Palavra de Deus. O óleo é o Espírito Santo (Zc 4:1-6). Como as amigas da noiva esperaram pelo noivo, também a Igreja aguarda a volta de Cristo. Quem não se sujeita ao Espírito Santo, se desanima e estará despreparado para o encontro com Cristo.
Existem aqueles que conhecem os mandamentos e promessas de Deus, mas não permitem que eles transformem sua vida. Da mesma forma que os ouvintes do solo rochoso da parábola do semeador, aceitaram a verdade com alegria, mas não fizeram dela a força motivadora de sua vida.
Na parábola, as dez virgens saíram ao encontro do esposo. Todas tinham lâmpadas e frascos. Por algum tempo não se notava diferença entre elas. Assim é com a igreja que vive justamente antes da segunda vinda de Cristo. Todos têm conhecimento das Escrituras. Todos ouviram a mensagem da proximidade da volta de Cristo e confiantemente O esperam. Como na parábola, porém, assim é agora. Existe um tempo de espera; a fé é provada; e quando se ouvir o clamor “Aí vem o Esposo! Saí-Lhe ao encontro!”, muitos não estarão preparados. Não têm óleo em seus vasos nem nas lâmpadas. Estão destituídos do Espírito Santo.
A teoria da verdade, se não estiver acompanhada da presença do Espírito Santo, não é suficiente para santificar o coração. Pode-se estar familiarizado com os mandamentos e promessas da Bíblia, mas se o Espírito de Deus não introduzir a verdade no íntimo, o caráter não será transformado. Sem a iluminação do Espírito, os homens não estarão aptos para distinguir a verdade do erro.
Ouvindo o clamor das cinco moças insensatas, à porta da casa do banquete, aprendemos mais algumas coisas. A primeira é que certos itens não podem ser obtidos no último minuto. O relacionamento com Cristo é um deles. Não podemos esperar estar prontos para Ele sem um preparo feito com antecedência. Segundo, há coisas que não podemos tomar emprestadas. Assim como as insensatas não podiam tomar óleo emprestado das amigas prudentes, também não podemos tomar emprestado o relacionamento com Deus. Cada um tem que desenvolver o seu.
Preparados para a emergência
As dez virgens foram surpreendidas pela chegada do noivo. Mas apenas cinco estavam preparadas para a viagem até a casa dele. O que fez a diferença? (v. 7 e 8). O que isso simboliza na vida do cristão? A diferença é que as que estavam preparadas mantiveram-se vigilantes. Isso simboliza que o cristão deve se manter sempre fiel à Palavra de Deus e sensível à influência do Espírito Santo. Ambos os grupos foram tomados de surpresa; porém, um estava preparado para a emergência, e o outro, não.
Quando acontecerão essas coisas? Qual será o sinal da Tua vinda? E do fim do mundo? Jesus respondeu com o sermão registrado em Mateus 24 e 25. Para compreender plenamente a parábola das dez virgens, é preciso enquadrá-la no contexto desses dois capítulos. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” (Mt 24:30); “mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt 24:36); “e não o perceberam” (Mt 24:39); “Portanto, vigiai, porque não sabeis” (Mt 24:42).
As dez virgens da parábola tinham a mesma aparência exterior, mas por dentro cinco estavam espiritualmente mortas. Estavam sonolentas, num quase estupor, enquanto as outras cinco estavam despertas. As dez começaram a noite com muita energia e grande expectativa, mas metade delas acabou dormindo. A pergunta é: Como podem os cristãos que aguardam a segunda vinda de Cristo permanecer despertos? Como manter e aumentar seu nível de energia? A resposta está sugerida na parábola: cinco virgens tinham o Espírito Santo enquanto as outras cinco não O tinham. As cinco que O tinham estavam envolvidas em um significativo testemunho e permaneciam alerta.
Testemunho
Um testemunho significativo é a própria regeneração da vida da pessoa. O termo significativo tem a ver com a aplicação dos dons espirituais ao serviço cristão. Os cristãos que tentam ministrar, sem os correspondentes dons do Espírito Santo, certamente fracassarão. Aqueles que exercitam seus dons no ministério serão bem-sucedidos e também revitalizados. Uma congregação sonolenta, quase letárgica, é aquela que se mantêm estagnada.
A hora da chegada do noivo simboliza o ponto da história humana em que Cristo volta. Como estará o mundo, por ocasião do retorno de Cristo? O mundo estará sob engano (Mt 24:5); estará sob guerras (Mt 24:6); sem amor ao próximo (Mt 24:12); ignorando a Deus (Mt 24:37, 38).
Apesar do testemunho diário da preparação da arca para o dilúvio, as pessoas continuaram a sua rotina diária, totalmente alheias ao evento que estava para ocorrer. Exatamente essa será a atitude de muitas pessoas pouco antes do retorno de Cristo. Os “cuidados do mundo” não devem distrair a atenção do cristão para o evento esperado.
O apóstolo Paulo assinala que essa será a característica especial dos que vivem justamente antes da segunda vinda de Cristo. Diz: “Nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos… mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (2 Tm 3:1-5).
Essa é a classe de pessoas que em tempo de perigo é encontrada pregando paz e segurança. Acreditam estar tudo em ordem e não sonham com o perigo. Quando perceberem o grave erro de avaliação cometido, será tarde demais. De nada adiantará pedir socorro aos prevenidos e lhes tomar emprestado as reservas cuidadosamente preparadas. Em assuntos espirituais, ninguém pode remediar a deficiência de outros.
“Senhor, Senhor” – No dia final, muitos dirão: “Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? E, em Teu nome, não expulsamos demônios? E, em Teu nome, não fizemos muitas maravilhas?” (Mt 7:22). Mas a resposta será: “Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de Mim” (Lc 13:27).
Precisamos estar sempre prontos, se quisermos passar a eternidade ao lado de Jesus.
(Texto da Jornalista Graciela Érika Rodrigues, inspirado na palestra do advogado Mauro Braga)
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Palestras de Saúde
Roseane Batista Alves
Rua Inácio Florêncio da Silveira, 215 Vila Rica -São Paulo – SP CEP: 02860-080
(011) 3851-2790 (011) 8419-4750
rosebalves@hotmail.com
- 24 anos.
Formação Acadêmica
• Especialização Clinica Médica e Cirúrgica: Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) – outubro 2009 à outubro 2010;
• Bacharelado em Enfermagem: Centro Universitário São Camilo – Janeiro 2004 à Dezembro 2008.
Experiência de Voluntariado
• Enfermeira Assistencial (Treinamento);
• Instituição: Clínica Biosana´s Serviços Médicos;
• Setor: Dermatologia e Transplante de Medula Óssea.
Atividade de Pesquisa – Agosto 2009 à Fevereiro 2010
• Integrante da Equipe de Coletadores de dados;
• Pesquisa de Doutorado referente à Adesão Terapêutica e Qualidade de Vida de Indivíduos com Epilepsia;
• Instituição: Ambulatório de Epilepsia do Hospital das Clinicas da FMUSP.
Experiência Profissional – Setembro 2006 à Março 2008
• Estágio remunerado em Enfermagem - Programa Novo Talento - Centro Universitário São Camilo;
• Hospital São Camilo; Pediatria / UTI - Pediátrica e Neonatal / CME.
Palestras
Participação como ouvinte:
• Semana da Bioética – Centro Universitário São Camilo - 2007;
• Encontro Luso-Brasileiro – Centro Universitário São Camilo - 2008;
• Semana da Enfermagem – Centro Universitário São Camilo - 2008;
Participação como Palestrante:
• Jornada Cientifica: Cuidado de Enfermagem ao paciente submetido à nefrectomia laparoscópica – Centro Universitário São Camilo- 2007;
• Intervenção do Trabalho de Conclusão de Estágio: Gravidez, métodos contraceptivos e prevenção de DST na adolescência – Colégio EEPSG Padre Manuel da Nóbrega – 2008;
• Risco de queda na terceira idade - Igreja Adventista do Sétimo Dia Freguesia do Ó - 2009;
• Hábitos alimentares – Igreja Adventista do Sétimo Dia Freguesia do Ó – 2010;
• Prevenção de doenças na terceira idade– IASD Freguesia do Ó – 2010.
Cursos
• Instrumentalização no Cuidado de Feridas – Centro Universitário São Camilo – 2007;
• Treinamento em Windows e Internet – Instituto Nacional de Educação Profissional- 2002.
Informações Adicionais
• Conhecimento em Microsoft Office;
• Facilidade de adaptação, relacionamento interpessoal e flexibilidade de horários;
• Habilidade em apresentação e boa didática para treinamentos;
• Conhecimento em elaboração de relatórios, impressos, estatísticas e gráficos;
Caroline
Amigos,
Acho que vocês já sabem, mas minha filha está com Leucemia e somente um transplante de medula, pode curá-la.
Tenho certeza de que o doador existe. Só ainda não o encontramos.
Pode ser um de vocês, o “escolhido” para salvar a vida da Caroline, ou a de tantos outros que como ela, aguardam um doador.
Peço ajuda para que essa possibilidade de encontrar um doador compatível, cresça.
O cadastro é simples e feito com uma amostra mínima de sangue.
Não é um procedimento cirúrgico, não causa prejuízo nenhum a saúde, e se você estiver apto a doar, você será chamado pelo Banco de Sangue.
Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
Passo a passo para se tornar um doador
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta que o doador ligue para (21) 3970-4100 begin_of_the_skype_highlighting (21) 3970-4100 end_of_the_skype_highlighting ou envie um e-mail para redome@inca.gov.br.
Locais para o exame de histocompatibilidade:
Hospital Geral de Guarulhos (Setor de doação de Sangue)
Alamedas do Lírios, 300 – Pq Cecap.
Guarulhos – SP
Tel 11-3466-1350
Seg a Sex das 7:30 às 15:00.
Irmandade da Santa Casa de São Paulo (Setor de doação de Sangue)
Rua Marques de Itú, 579 – Sta Cecília.
Tel 11-2176-7000
Seg a Sab das 7:00 às 15:00.
Se você mora em outra região, você pode procurar o hospital da sua região que faz esse tipo de serviço, uma vez que o cadastro do banco de doadores é nacional (REDOME), site para maiores informações www.inca.gov.br na parte de doações.
Obrigada,
Carmem e Caroline Aranda
Gleice 7316-6208
Acho que vocês já sabem, mas minha filha está com Leucemia e somente um transplante de medula, pode curá-la.
Tenho certeza de que o doador existe. Só ainda não o encontramos.
Pode ser um de vocês, o “escolhido” para salvar a vida da Caroline, ou a de tantos outros que como ela, aguardam um doador.
Peço ajuda para que essa possibilidade de encontrar um doador compatível, cresça.
O cadastro é simples e feito com uma amostra mínima de sangue.
Não é um procedimento cirúrgico, não causa prejuízo nenhum a saúde, e se você estiver apto a doar, você será chamado pelo Banco de Sangue.
Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.
A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.
Passo a passo para se tornar um doador
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.
Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.
Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.
Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.
É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta que o doador ligue para (21) 3970-4100 begin_of_the_skype_highlighting (21) 3970-4100 end_of_the_skype_highlighting ou envie um e-mail para redome@inca.gov.br.
Locais para o exame de histocompatibilidade:
Hospital Geral de Guarulhos (Setor de doação de Sangue)
Alamedas do Lírios, 300 – Pq Cecap.
Guarulhos – SP
Tel 11-3466-1350
Seg a Sex das 7:30 às 15:00.
Irmandade da Santa Casa de São Paulo (Setor de doação de Sangue)
Rua Marques de Itú, 579 – Sta Cecília.
Tel 11-2176-7000
Seg a Sab das 7:00 às 15:00.
Se você mora em outra região, você pode procurar o hospital da sua região que faz esse tipo de serviço, uma vez que o cadastro do banco de doadores é nacional (REDOME), site para maiores informações www.inca.gov.br na parte de doações.
Obrigada,
Carmem e Caroline Aranda
Gleice 7316-6208
Lição da Escola Sabatina
Lição 13 18 a 25 de setembro
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Todo o resto é comentário
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Sábado à tarde Ano Bíblico: Os 10–14
Verso para Memorizar: “Você, por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus” (Romanos 14:10, NVI).
Leituras da semana: Romanos 14–16
Conta-se que alguém se aproximou de um famoso rabino da antiguidade e lhe pediu que explicasse todo o significado da Torah enquanto se apoiava em uma só perna. “Não faça aos outros”, o rabino disse sobre uma perna, “o que lhe parece prejudicial; essa é toda a Torah. Todo o resto é comentário”.
Quer concordemos com a declaração do rabino, quer não, num ponto ele tinha razão. Alguns aspectos de nossa fé são fundamentais, e outros, mero “comentário”. A lição desta semana examina parte desse “comentário”. O que isso significa é que tudo o que veio antes destacou os princípios fundamentais da salvação. Qual é a função da lei – seja ela todo o sistema do Antigo Testamento, sejam apenas os Dez Mandamentos – na área da salvação? Paulo precisou definir claramente os termos em que Deus aceita uma pessoa. Talvez tudo pudesse ser resumido pela pergunta do carcereiro pagão: “Que devo fazer para que seja salvo?” (At 16:30).
Tendo tudo isso explicado, Paulo então passa fazer algum “comentário”. Embora seja muito enfático em alguns pontos, Paulo assume uma atitude muito mais livre quanto a outras coisas. Isso porque essas coisas não são essenciais, como se fossem “comentário”. Mas, ao mesmo tempo, embora em si mesmas não fossem cruciais, a atitude que os cristãos mantinham uns com os outros no trato desses assuntos, era, sim, essencial.
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Domingo Ano Bíblico: Joel
O irmão fraco
Em Romanos 14:1-3, a questão era o consumo de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. O concílio de Jerusalém (At 15) decretara que os conversos gentios deveriam se abster de consumir esses alimentos. Mas sempre havia a pergunta se as carnes vendidas nos mercados públicos eram provenientes de animais sacrificados aos ídolos (veja 1Co 10:25). Alguns cristãos não se incomodavam com isso; outros, se porventura houvesse a mínima dúvida, escolhiam comer apenas legumes. O assunto não tinha nada que ver com a questão do vegetarianismo e viver saudável. Nem Paulo estava sugerindo nessa passagem que havia sido abolida a distinção entre carnes puras e impuras. Essa não é a questão em consideração. Se as palavras “que de tudo pode comer” (Rm 14:2) fossem entendidas que agora qualquer animal, limpo ou impuro, pode ser comido, elas estariam mal-aplicadas. A comparação com outras passagens do Novo Testamento proíbe essa aplicação.
Enquanto isso, “acolher” alguém que é débil na fé significava conferir-lhe plena capacidade e status social de membro. A pessoa não deveria ser objeto de discussão, mas ter direito a sua opinião.
1. Então, que princípio devemos tomar de Romanos 14:1-3?
Também é importante perceber que, no verso 3, Paulo não fala negativamente do “débil na fé”. Nem ele dá a essa pessoa o conselho de se tornar forte. No que se refere a Deus, o cristão extremamente escrupuloso (assim considerado, aparentemente, não por Deus, mas por seus irmãos) é aceito. “Deus o acolheu.”
2. Como Romanos 14:4 amplia o que acabamos de ver?
Embora precisemos manter em mente os princípios considerados na lição de hoje, não existem ocasiões nem lugares em que precisamos entrar e julgar, se não o coração de uma pessoa, pelo menos as ações? Temos que recuar e não dizer nada em todas as situações? Isaías 56:10 descreve os atalaias como “cães mudos, [que] não podem ladrar”. Como podemos saber quando falar e quando manter silêncio? Como podemos alcançar o equilíbrio correto?
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Segunda Ano Bíblico: Am 1–4
A medida que vocês usarem
3. Que motivo dá Paulo para sermos cuidadosos quando julgamos os outros? Rm 14:10
Às vezes, costumamos julgar os outros com severidade e, frequentemente, pelas mesmos coisas que nós mesmos fazemos. Com muita frequência, entretanto, o que fazemos não nos parece tão mau quanto as mesmas coisas que os outros fazem. Podemos enganar a nós mesmos por nossa hipocrisia, mas não a Deus, que nos advertiu: “Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu?” (Mt 7:1-4, NVI).
4. Que declaração do Antigo Testamento Paulo acrescentou ao seu argumento? Rm 14:11
A citação de Isaías 45:23 apoia o pensamento de que todos devem comparecer ao juízo. “Todo joelho” e “toda língua” torna individual a intimação. A implicação é que cada um terá que responder por sua própria vida e suas ações (v. 12). Ninguém pode responder por outro. Neste sentido importante, não somos guardiães de nosso irmão.
5. Nesse contexto, como você entende o que Paulo diz em Romanos 14:14?
O assunto ainda são os alimentos sacrificados aos ídolos. Claramente, a questão não é a distinção entre os alimentos considerados limpos e imundos. Paulo está dizendo que não existe nada de errado em si em comer alimentos que podem ter sido oferecidos aos ídolos. Afinal, o que é um ídolo? Não é nada (veja 1Co 8:4)! Então, quem se importa se algum pagão ofereceu o alimento à estátua de uma rã ou de um touro?
Ninguém deve ser levado a violar a própria consciência, mesmo que seja ultrassensível. Aparentemente, os “irmãos fortes” não entendiam esse fato. Eles menosprezavam o excesso de escrúpulo dos “irmãos fracos” e punham pedras de tropeço em seu caminho.
Em seu zelo pelo Senhor, você pode estar em perigo se enquadrar na advertência de Paulo neste texto? Por que devemos evitar ser a consciência de outros, não importa quão boas sejam nossas intenções?
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Terça Ano Bíblico: Am 5–9
Não dando motivo para escândalo
6. Que princípio relacionado com a alimentação pode também ser aplicado a outras áreas da vida? Rm 14:15-23; veja também 1Co 8:12, 13.
Nos versos 17-20, Paulo põe vários aspectos do cristianismo sob a perspectiva apropriada. Embora a alimentação seja importante, os cristãos não devem discutir sobre a decisão por parte de alguns de comer legumes em vez de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. Ao invés disso, eles devem se concentrar na justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Como podemos aplicar essa ideia às questões de alimentação hoje em nossa igreja? Por maiores que sejam as bênçãos advindas da mensagem de saúde, e especialmente os ensinos sobre alimentação, nem todos veem esse assunto da mesma maneira, e precisamos respeitar essas diferenças.
7. No verso 22, em meio a toda essa discussão sobre deixar as pessoas agirem conforme a própria consciência, Paulo acrescenta uma advertência muito interessante: “Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”. Que significa isso?
Você ouviu alguém dizer: “O que eu como, visto ou aonde vou para me divertir não interessa a ninguém”? Isso é verdade? Nenhum de nós vive em um vazio. Nossas ações, palavras e até a alimentação podem afetar os outros, para o bem ou para o mal. Não é difícil ver como. Se alguém observa que você está fazendo alguma coisa “errada”, pode ser influenciado por seu exemplo a fazer a mesma coisa. Enganamos a nós mesmos se pensamos de outro modo. Argumentar que, bem, você não forçou a pessoa, está fora de questão. Como cristãos, temos uma responsabilidade mútua, e se nosso exemplo pode levar alguém à perdição, somos culpáveis.
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Quarta Ano Bíblico: Obadias, Jonas
Observância de dias
Nesta discussão sobre não julgar os outros que podem ver algumas coisas de modo diferente de nós, e não ser uma pedra de tropeço para outros que poderiam se escandalizar por nossas ações, Paulo levanta a questão dos dias especiais que alguns queriam observar e outros, não.
8. A que Paulo se refere ao mencionar a “diferença entre dia e dia”? Ele está dizendo alguma coisa sobre o quarto mandamento? Se não, por quê? Rm 14:4-10
De que dias Paulo estava falando? No início da igreja, havia alguma controvérsia sobre a observância ou não observância de certos dias? Aparentemente, sim. Temos uma sugestão dessa controvérsia em Gálatas 4:9, 10, onde Paulo repreende os cristãos gálatas por observar “dias, e meses, e tempos, e anos”. Como notamos na Lição 2, alguns na igreja haviam persuadido os gálatas de que os cristãos deveriam ser circuncidados e guardar outros preceitos da lei de Moisés. Paulo temia que essas ideias causassem dano também à igreja romana. Mas, talvez, em Roma, fossem particularmente os cristãos judeus que tinham dificuldades de se convencer de que não mais precisavam observar os festivais judeus. Paulo aqui está dizendo: Façam como quiserem nessa questão; o mais importante é não julgar aqueles que veem o assunto de maneira diferente de vocês. Aparentemente, alguns cristãos, a fim de se colocar no lado seguro, haviam decidido observar um ou mais dos festivais judeus. O conselho de Paulo é: Deixe que eles façam isso, se estiverem persuadidos a tanto.
Aplicar Romanos 14:5 ao sábado, como querem alguns, é injustificado. Pode-se imaginar Paulo tomando uma atitude tão descuidada em relação ao quarto mandamento? Como vimos ao longo de todo o trimestre, Paulo punha forte ênfase na obediência à lei e, portanto, ele certamente não colocaria o mandamento do sábado na mesma categoria de pessoas perturbadas a respeito de alimentos que poderiam ter sido oferecidos aos ídolos. Por mais que as pessoas usem esses textos como exemplo para mostrar que o sábado não é mais obrigatório, esses versos não dizem nada disso. Quando o usam dessa forma, dão um excelente exemplo do que Pedro advertiu que as pessoas faziam com os escritos de Paulo: “Suas cartas contêm algumas coisas difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3:16).
Qual tem sido sua experiência com o sábado? Tem sido a bênção que deveria ser? Que mudanças você pode fazer a fim de experimentar mais plenamente o que o Senhor lhe oferece no sábado?
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Quinta Ano Bíblico: Mq 1–4
Bênção de conclusão
9. A que exemplo se referiu Paulo ao mencionar que devemos suportar as debilidades dos fracos? Rm 15:1-3. Que importante verdade cristã está presente nesses textos?
10. Que significa ser seguidor de Jesus?
11. Que outros versos ensinam a mesma ideia? Como você pode viver esse princípio?
12. Na conclusão de sua epístola, que bênção Paulo pronunciou sob diversas formas? Rm 15:5, 6, 13, 33
“O Deus da paciência” significa o Deus que ajuda Seus filhos a perseverar firmemente. A palavra paciência, hupomone, significa fortaleza, firme resistência. A palavra consolação pode ser traduzida como encorajamento”. O Deus do encorajamento é o Deus que encoraja. O Deus da esperança é o Deus que deu esperança à humanidade. Igualmente, o Deus da paz é o Deus que dá paz e em quem se pode ter paz.
Que bênção apropriada em uma carta cujo tema dominante é a justiça pela fé! Encorajamento, esperança e paz! Como nosso mundo presente precisa dessas coisas!
13. Depois de numerosas saudações pessoais, como Paulo põe fim a sua carta? Rm 16:25-27
Paulo termina sua epístola com uma gloriosa declaração de louvor a Deus. É em Deus que os cristãos romanos, e todos os cristãos, podem confiar para confirmar sua condição como redimidos filhos e filhas de Deus, justificados pela fé e, agora, guiados pelo Espírito de Deus.
Paulo se emociona por ser portador de notícias tão gloriosas. Ele chama essas novas de “meu evangelho”. Ele se refere ao evangelho que proclama. Mas o que ele prega foi confirmado pela pregação de Jesus e pelas mensagens dos profetas. Foi mantido em segredo, não porque Deus não quisesse que as pessoas o conhecessem, mas porque as pessoas recusaram a luz do Céu, impedindo que Deus lhes desse maior luz. Além disso, havia alguns aspectos do plano que a humanidade seria incapaz de compreender até que o Messias viesse em carne humana. Ele deu uma demonstração, não só de como é Deus mas também de como o ser humano pode vir a ser, se recorrer ao poder divino.
O novo tipo de vida seria de “obediência da fé”, isto é, obediência que se origina da fé no Senhor, que justifica graciosamente os pecadores pela justiça concedida a todos os que a reivindicam para si.
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Sexta Ano Bíblico: Mq 5–7
Estudo adicional
Leia Ellen G. White: Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 477, 478: “Unidade e Amor na Igreja”; p. 604-606: “Amor Pelos que Erram”; A Ciência do Bom Viver, p. 166: “Auxílio aos Tentados”.
Vi o perigo em que o povo de Deus incorre ao olhar para o irmão e a irmã White, pensando que deve ir a eles com suas preocupações e em busca de conselho. Isso não deve ser assim. Eles foram convidados por seu compassivo e amoroso Salvador a ir a Ele quando cansados e sobrecarregados, e Ele os aliviará. ... Muitos vêm a nós com a pergunta: Devo fazer isto? Devo envolver-me nesta empreitada? Ou, com relação ao vestuário: Devo usar este ou aquele artigo? Respondo-lhes: Vocês professam ser discípulos de Cristo. Estudem a Bíblia. Examinem cuidadosamente e com oração a vida de nosso querido Salvador quando habitava entre os homens na Terra. Imitem-na e não se desviarão do caminho estreito. Recusamo-nos absolutamente lhes servir de consciência. Se lhes dissermos exatamente o que fazer, vocês nos olharão como guias em lugar de irem diretamente a Jesus” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 118, 119).
“Mas não devemos pôr a responsabilidade de nosso dever sobre outros, e esperar que eles nos digam o que fazer. Não podemos depender da humanidade quanto a conselhos. O Senhor nos ensinará nosso dever com tanta boa vontade como o faz a qualquer outro. ... Os que decidem não fazer, em qualquer sentido, coisa alguma que desagrade a Deus, depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a orientação que hão de tomar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).
“Tem havido sempre na igreja os que estão constantemente inclinados à independência individual. Parecem incapazes de compreender que a independência de espírito é susceptível de levar o instrumento humano a ter demasiada confiança em si mesmo e em seu próprio discernimento, de preferência a respeitar o conselho e estimar altamente a maneira de julgar de seus irmãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 163).
Pergunta de discussão
Tendo em conta alguns dos temas desta semana, como podem os cristãos achar o equilíbrio correto em:
a) Ser fiéis ao que cremos, mas não julgar os outros, que consideram as coisas de modo diferente de nós?
b) Ser fiéis à consciência e não procurar servir de consciência para os outros e, ao mesmo tempo, buscar ajudar aqueles que cremos estarem em erro? Quando falar, e quando guardar silêncio? Quando seremos culpados se mantivermos silêncio?
c) Ser livres no Senhor e, ao mesmo tempo, perceber a responsabilidade de dar bom exemplo para os que podem nos olhar como exemplos?
A Lição em resumo
Texto-chave: Romanos 15:5
O ALUNO DEVERÁ...
Conhecer: A importância de permitir que cada pessoa siga a vontade de Deus pelo melhor que sabe e, ao mesmo tempo, ser sensível ao efeito de nossas ações sobre os outros ao nosso redor.
Sentir: O valor da unidade em Cristo como um princípio que orienta tanto a independência como a interdependência.
Fazer: O que for preciso para contribuir para a paz e a edificação do corpo de Cristo.
Esboço do aprendizado
I. Conhecer: Unidade na diversidade
A. Embora cada pessoa possa ter uma compreensão diferente do que Deus lhe pede para fazer, por que devemos nos aceitar e encorajar mutuamente a seguir a consciência individual e estar dispostos a aprender uns dos outros?
B. Que diferenças podem surgir quando os membros da igreja seguem a própria consciência na obediência a Deus?
C. Como essas diferenças podem levar à divisão, e como podem levar ao crescimento?
II. Sentir: Valorizando uns aos outros
A. Embora seja importante seguir a consciência individual, por que devemos também ser sensíveis à influência de nossas ações sobre os outros?
B. Como devemos nos relacionar com os membros da igreja que expressam preocupação sobre nosso estilo de vida, nossas ações ou sobre diferentes maneiras de pensar em questões espirituais?
III. Fazer: Construindo o corpo
A. Considerando que, de muitas maneiras, os membros do corpo de Cristo são diferentes, como podemos, ainda assim, nutrir o espírito de unidade?
Resumo: Embora todos possamos ter diferenças de compreensão sobre nosso dever para com Deus, ao nutrir aceitação e respeito, e aprender uns dos outros, o resultado será que podemos crescer em união.
Ciclo do aprendizado
Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: Os cristãos podem concordar em princípios das Escrituras mas discordar dos métodos de como viver esses princípios. Nesses casos, graça e compreensão devem ser mais importantes do que crítica e condenação.
Roma era um caldeirão cultural. Portanto, não é surpreendente que diferentes culturas levassem os cristãos a compreensões divergentes sobre a vida cristã. Muito embora tanto os cristãos judeus como os gentios fossem igualmente dedicados a Jesus como Salvador, sua formação cultural produzia certa tensão quanto à maneira de os dois grupos expressarem seu compromisso. O Concílio de Jerusalém (At 15) foi uma tentativa de solucionar as disputas entre os dois grupos; mas o fato de que o livro de Romanos foi escrito vários anos depois do Concílio é uma evidência da dificuldade de solucionar essas diferenças.
Se a primeira igreja, historicamente mais próxima do primeiro advento de Cristo, teve essas dificuldades, devemos nos surpreender de que as igrejas tenham dificuldades para se harmonizar? Sua igreja inclui vários grupos étnicos? Como a igreja misturou essas várias forças? A variedade produziu desarmonia?
A idade é outro fator que frequentemente divide as igrejas. Os cientistas sociais até falam da cultura jovem, como se fosse uma entidade separada, condensando valores, padrões sociais e linguagem exclusivos. Em sua igreja, existe interação harmoniosa entre as várias faixas etárias? Surgem batalhas culturais sobre preferências musicais, observância do sábado e metodologia evangelística? Quando há discórdia entre os cristãos, como as diferenças são resolvidas? Igreja dividida, discussões ásperas, crítica e sarcasmo? Ou quem sabe as características de sua igreja sejam compreensão, mente aberta, disposição para ouvir e flexibilidade? Benditos são realmente os que experimentam esta condição, e não a primeira!
Tendo estabelecido um fundamento teológico adequado, Paulo se dirigiu às discordâncias culturais práticas que ameaçavam fraturar a igreja.
Atividade: Leve um recipiente grande de vidro transparente. Primeiramente, encha o recipiente com pedras grandes. Pergunte: O recipiente está cheio? A resposta esperada será “sim”. Então, mostre um saco de areia que até então esteve escondido, despejando areia no recipiente. Pergunte se agora o recipiente está cheio. Espere uma resposta afirmativa, embora alguns possam vacilar porque antes foi mostrado que eles estavam errados. Em seguida, tire uma garrafa de água escondida e encha novamente o recipiente.
Discuta: Como a atividade ilustra visualmente a importância de ter mente aberta e ser criativo em nossa abordagem da obra de Deus? Por que sempre deve haver espaço para novas ideias e metodologias além dos conceitos antigos?
Compreensão
Só para os professores: Muitas vezes, teóricos intelectuais propõem esquemas grandiosos que resultam nos maiores fracassos quando provados na prática. A teologia de Paulo pode sobreviver ao “calor” do fogo cruzado cultural? Este mundo é um campo minado prestes a explodir. Como os líderes da igreja devem facilitar a cura e reconciliação quando surgem discórdias entre os fiéis?
Comentário bíblico
I. O irmão fraco
(Recapitule com a classe Rm 14:1-4.)
A cada dia, são tomadas milhares de decisões referentes a uma variedade de escolhas de estilo de vida. Os cristãos creem que nenhuma decisão é sem importância, porque toda a sua existência pertence ao senhorio de Cristo. Os cristãos também vivem em comunidade; portanto, um posição isolacionista é impossível.
Que acontece quando surgem entre os fiéis diferentes padrões e discordâncias quanto às práticas cristãs? Infelizmente, uma opção inaceitável que aparece muito frequentemente é a de depreciar os mais escrupulosos. Os contemporâneos de Paulo tinham dificuldades a respeito dos alimentos sacrificados aos ídolos e da observância dos sábados cerimoniais. Hoje, os adventistas do sétimo dia debatem questões semelhantes – regime alimentar, moda aceitável, apropriada observância do sábado, casamento inter-racial e preferências musicais. Às vezes, os mandados e diretrizes divinos são interpretados de forma diferente, mas, com maior frequência, o debate se refere a assuntos que não são tratados especificamente nas Escrituras. Esses casos não são sem importância, e os cristãos devem extrair princípios das Escrituras para guiar sua decisão quanto a novas tecnologias e diferenças culturais recentemente encontradas.
Certamente, deve-se exercer precaução para evitar abismos intransponíveis de um lado ou de outro. O primeiro abismo é imaginar que as Escrituras tratam diretamente de cada situação cultural. A segunda é acreditar ingenuamente que as Escrituras não têm nada a dizer sobre essas situações. O estudo cuidadoso em oração dos princípios bíblicos, sob a direção divina, livrou a igreja da desintegração ao longo da história cristã. No entanto, será que o cristão escrupuloso deve sofrer comentários depreciativos de seus irmãos de fé por sentir-se impossibilitado de aceitar conscienciosamente certas coisas? “Não”, diz Paulo. Nem deve o escrupuloso (“fraco”) condenar aqueles que veem conscienciosamente as coisas de modo diferente.
Os cristãos não são livres para rejeitar assuntos definidos claramente e tratados diretamente pelas Escrituras. Também devem reconhecer que a maioria das decisões corriqueiras da vida não se classificam nessa categoria. Humildemente e em oração, os fiéis devem buscar a Deus para alcançar a sabedoria para reconhecer a diferença.
Todas as culturas estão contaminadas pelo pecado. Os fiéis não são compelidos a aceitar o materialismo ocidental nem as práticas de vodu caribenho simplesmente porque são marcas registradas culturais. A defesa de práticas com base unicamente na cultura é inadequada. Deus espera um padrão mais elevado. Porém, condenar práticas simplesmente com base na cultura é igualmente indefensável.
Pense nisto: Como os cristãos conscienciosos devem se relacionar com outros crentes que praticam sua fé de forma diferente? O que normalmente acontece quando os crentes dirigem condenação contra outros cristãos que pensam diferente? Como se deve determinar qual é o fundamento irredutível do evangelho e o que é questão de preferência? Como os fiéis devem reagir quando outros membros arrogantes os depreciam?
II. Com o critério com que julgardes
(Recapitule com a classe Rm 14:10.)
Romanos 14:10 pode ser descrito como o trunfo de Paulo. Para o leitor não convencido, esse princípio é a essência de seu ensino: Se você julgar os outros com severidade aqui, o juízo divino cairá sobre você em maneira e extensão idênticas (veja Mt 7:1-4). Inversamente, aqueles que tratam humildemente as diferenças de opinião em áreas controversas, que demonstram uma atitude misericordiosa, podem esperar misericórdia no dia de prestar contas.
Pense nisto: Como Romanos 14:10-12 se relaciona com Mateus 6:14, 15? Os cristãos podem ser firmes e inflexíveis, mas também não ser críticos?
III. Não dando motivo para escândalo
(Recapitule com a classe Rm 14:15-23.)
A influência humana é nossa responsabilidade. Somos responsáveis por nossa influência sobre os outros. Como um cristão pode ignorar levianamente essa responsabilidade quando pode ser essa a diferença sobre o destino eterno de outra pessoa? Qual deve ser mais importante – a salvação eterna da pessoa ou o exercício de minha liberdade cristã? O princípio de responsabilidade pessoal não nos proíbe de ajudar o cristão escrupuloso a formar a consciência quanto à liberdade cristã, mas nos adverte a não ignorar arrogantemente seus sentimentos.
Tendo em conta esta discussão, considere a seguinte situação: Jonatã ouviu que Rogério faz a melhor salada da cidade. Embora ele nunca haja tomado bebidas alcoólicas, ele sabe que Rogério também tem a reputação em toda a região metropolitana de ter “o ponto de encontro dos bêbados”. Por isso, ele come em outro restaurante. Comer no restaurante de Rogério é pecado? Não. Comer em outro lugar é talvez mais prudente?
Pense nisto: Esse princípio pode oferecer aos membros “conservadores” um impulso impróprio? Se somos a consciência mais “conservadora”, como podemos evitar que os outros se sintam “incomodados”?
Aplicação
Só para os professores: Escolha uma ou mais das seguintes situações da vida e comente como se aplicam os princípios de Romanos 14 e 15. Como os cristãos podem tornar seu mundo mais sujeito aos princípios e mais tolerante ao mesmo tempo?
Atividade: Leia o seguinte:
A. Adonias foi criado em um lar conservador caracterizado por vestuário simples, rígida observância do sábado e educação caseira. Depois de completar um exame supletivo, ele pensava em frequentar um instituto “independente” porque seus pais achavam que os colégios adventistas eram muito mundanos. Mas ele mudou de ideia porque tinha muita vontade de cursar enfermagem, e o instituto independente não fornecia aquele curso. Pelo menos, ele argumentava, a universidade adventista seria menos mundana que uma universidade oficial. Para sua felicidade, ele descobriu um grupo de amigos conservadores na universidade adventista. Certo sábado, pouco antes da formatura, ele e sete rapazes visitaram um pequeno lago na montanha rodeado por uma trilha. A meio caminho, um de seus amigos sugeriu que eles fossem nadar no lago para acalmar o calor sufocante. Adonias ficou chocado por seus amigos conservadores fazerem isso, pois lhe fora ensinado que nadar no sábado era pecado. Como essa situação deveria ser tratada?
B. Joanita se uniu à igreja três anos atrás. Ela se tornou muito ativa em levar pessoas a Cristo e, recentemente, levou para a igreja sua vizinha, Solange, por três semanas sucessivas. Joanita mencionou a Solange que cada quarto sábado do mês havia um “ajunta-panelas”, mas nunca imaginou que Solange levaria algum prato. Solange se sentiu tão aceita nessa nova família da igreja que quis contribuir com alguma coisa para o almoço. Assim, ela preparou a receita tradicional da família. Isso requereu várias horas de preparação, mas, por gratidão, ela fez alegremente o prato. Quando a matriarca da igreja viu a carne assada com batatas, ela quase explodiu. (Existe uma regra não escrita que todos os pratos devem ser estritamente vegetarianos.) Ela praticamente arrastou Joanita pelo corredor até a cozinha para questioná-la. Como esta situação devia ser resolvida?
Pergunta para consideração
Que papel deve ter nosso sistema educacional em desenvolver discernimento, tolerância e compaixão?
Criatividade
Só para os professores: A paixão de Paulo por uma igreja unida na pregação do evangelho de liberdade em Cristo deve ser reproduzida em nossa geração. O diálogo a respeito dos assuntos práticos é necessário; as batalhas, não.
Atividade: Escreva uma nova canção que destaque os temas de parceria, tolerância e abnegação cristã no contexto deste estudo. O que você planeja fazer para praticar essas virtudes nos próximos meses?
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Todo o resto é comentário
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Sábado à tarde Ano Bíblico: Os 10–14
Verso para Memorizar: “Você, por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus” (Romanos 14:10, NVI).
Leituras da semana: Romanos 14–16
Conta-se que alguém se aproximou de um famoso rabino da antiguidade e lhe pediu que explicasse todo o significado da Torah enquanto se apoiava em uma só perna. “Não faça aos outros”, o rabino disse sobre uma perna, “o que lhe parece prejudicial; essa é toda a Torah. Todo o resto é comentário”.
Quer concordemos com a declaração do rabino, quer não, num ponto ele tinha razão. Alguns aspectos de nossa fé são fundamentais, e outros, mero “comentário”. A lição desta semana examina parte desse “comentário”. O que isso significa é que tudo o que veio antes destacou os princípios fundamentais da salvação. Qual é a função da lei – seja ela todo o sistema do Antigo Testamento, sejam apenas os Dez Mandamentos – na área da salvação? Paulo precisou definir claramente os termos em que Deus aceita uma pessoa. Talvez tudo pudesse ser resumido pela pergunta do carcereiro pagão: “Que devo fazer para que seja salvo?” (At 16:30).
Tendo tudo isso explicado, Paulo então passa fazer algum “comentário”. Embora seja muito enfático em alguns pontos, Paulo assume uma atitude muito mais livre quanto a outras coisas. Isso porque essas coisas não são essenciais, como se fossem “comentário”. Mas, ao mesmo tempo, embora em si mesmas não fossem cruciais, a atitude que os cristãos mantinham uns com os outros no trato desses assuntos, era, sim, essencial.
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Domingo Ano Bíblico: Joel
O irmão fraco
Em Romanos 14:1-3, a questão era o consumo de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. O concílio de Jerusalém (At 15) decretara que os conversos gentios deveriam se abster de consumir esses alimentos. Mas sempre havia a pergunta se as carnes vendidas nos mercados públicos eram provenientes de animais sacrificados aos ídolos (veja 1Co 10:25). Alguns cristãos não se incomodavam com isso; outros, se porventura houvesse a mínima dúvida, escolhiam comer apenas legumes. O assunto não tinha nada que ver com a questão do vegetarianismo e viver saudável. Nem Paulo estava sugerindo nessa passagem que havia sido abolida a distinção entre carnes puras e impuras. Essa não é a questão em consideração. Se as palavras “que de tudo pode comer” (Rm 14:2) fossem entendidas que agora qualquer animal, limpo ou impuro, pode ser comido, elas estariam mal-aplicadas. A comparação com outras passagens do Novo Testamento proíbe essa aplicação.
Enquanto isso, “acolher” alguém que é débil na fé significava conferir-lhe plena capacidade e status social de membro. A pessoa não deveria ser objeto de discussão, mas ter direito a sua opinião.
1. Então, que princípio devemos tomar de Romanos 14:1-3?
Também é importante perceber que, no verso 3, Paulo não fala negativamente do “débil na fé”. Nem ele dá a essa pessoa o conselho de se tornar forte. No que se refere a Deus, o cristão extremamente escrupuloso (assim considerado, aparentemente, não por Deus, mas por seus irmãos) é aceito. “Deus o acolheu.”
2. Como Romanos 14:4 amplia o que acabamos de ver?
Embora precisemos manter em mente os princípios considerados na lição de hoje, não existem ocasiões nem lugares em que precisamos entrar e julgar, se não o coração de uma pessoa, pelo menos as ações? Temos que recuar e não dizer nada em todas as situações? Isaías 56:10 descreve os atalaias como “cães mudos, [que] não podem ladrar”. Como podemos saber quando falar e quando manter silêncio? Como podemos alcançar o equilíbrio correto?
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Segunda Ano Bíblico: Am 1–4
A medida que vocês usarem
3. Que motivo dá Paulo para sermos cuidadosos quando julgamos os outros? Rm 14:10
Às vezes, costumamos julgar os outros com severidade e, frequentemente, pelas mesmos coisas que nós mesmos fazemos. Com muita frequência, entretanto, o que fazemos não nos parece tão mau quanto as mesmas coisas que os outros fazem. Podemos enganar a nós mesmos por nossa hipocrisia, mas não a Deus, que nos advertiu: “Não julguem, para que vocês não sejam julgados. Pois da mesma forma que julgarem, vocês serão julgados; e a medida que usarem, também será usada para medir vocês. Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu?” (Mt 7:1-4, NVI).
4. Que declaração do Antigo Testamento Paulo acrescentou ao seu argumento? Rm 14:11
A citação de Isaías 45:23 apoia o pensamento de que todos devem comparecer ao juízo. “Todo joelho” e “toda língua” torna individual a intimação. A implicação é que cada um terá que responder por sua própria vida e suas ações (v. 12). Ninguém pode responder por outro. Neste sentido importante, não somos guardiães de nosso irmão.
5. Nesse contexto, como você entende o que Paulo diz em Romanos 14:14?
O assunto ainda são os alimentos sacrificados aos ídolos. Claramente, a questão não é a distinção entre os alimentos considerados limpos e imundos. Paulo está dizendo que não existe nada de errado em si em comer alimentos que podem ter sido oferecidos aos ídolos. Afinal, o que é um ídolo? Não é nada (veja 1Co 8:4)! Então, quem se importa se algum pagão ofereceu o alimento à estátua de uma rã ou de um touro?
Ninguém deve ser levado a violar a própria consciência, mesmo que seja ultrassensível. Aparentemente, os “irmãos fortes” não entendiam esse fato. Eles menosprezavam o excesso de escrúpulo dos “irmãos fracos” e punham pedras de tropeço em seu caminho.
Em seu zelo pelo Senhor, você pode estar em perigo se enquadrar na advertência de Paulo neste texto? Por que devemos evitar ser a consciência de outros, não importa quão boas sejam nossas intenções?
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Terça Ano Bíblico: Am 5–9
Não dando motivo para escândalo
6. Que princípio relacionado com a alimentação pode também ser aplicado a outras áreas da vida? Rm 14:15-23; veja também 1Co 8:12, 13.
Nos versos 17-20, Paulo põe vários aspectos do cristianismo sob a perspectiva apropriada. Embora a alimentação seja importante, os cristãos não devem discutir sobre a decisão por parte de alguns de comer legumes em vez de carnes que poderiam ter sido sacrificadas aos ídolos. Ao invés disso, eles devem se concentrar na justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Como podemos aplicar essa ideia às questões de alimentação hoje em nossa igreja? Por maiores que sejam as bênçãos advindas da mensagem de saúde, e especialmente os ensinos sobre alimentação, nem todos veem esse assunto da mesma maneira, e precisamos respeitar essas diferenças.
7. No verso 22, em meio a toda essa discussão sobre deixar as pessoas agirem conforme a própria consciência, Paulo acrescenta uma advertência muito interessante: “Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova”. Que significa isso?
Você ouviu alguém dizer: “O que eu como, visto ou aonde vou para me divertir não interessa a ninguém”? Isso é verdade? Nenhum de nós vive em um vazio. Nossas ações, palavras e até a alimentação podem afetar os outros, para o bem ou para o mal. Não é difícil ver como. Se alguém observa que você está fazendo alguma coisa “errada”, pode ser influenciado por seu exemplo a fazer a mesma coisa. Enganamos a nós mesmos se pensamos de outro modo. Argumentar que, bem, você não forçou a pessoa, está fora de questão. Como cristãos, temos uma responsabilidade mútua, e se nosso exemplo pode levar alguém à perdição, somos culpáveis.
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Quarta Ano Bíblico: Obadias, Jonas
Observância de dias
Nesta discussão sobre não julgar os outros que podem ver algumas coisas de modo diferente de nós, e não ser uma pedra de tropeço para outros que poderiam se escandalizar por nossas ações, Paulo levanta a questão dos dias especiais que alguns queriam observar e outros, não.
8. A que Paulo se refere ao mencionar a “diferença entre dia e dia”? Ele está dizendo alguma coisa sobre o quarto mandamento? Se não, por quê? Rm 14:4-10
De que dias Paulo estava falando? No início da igreja, havia alguma controvérsia sobre a observância ou não observância de certos dias? Aparentemente, sim. Temos uma sugestão dessa controvérsia em Gálatas 4:9, 10, onde Paulo repreende os cristãos gálatas por observar “dias, e meses, e tempos, e anos”. Como notamos na Lição 2, alguns na igreja haviam persuadido os gálatas de que os cristãos deveriam ser circuncidados e guardar outros preceitos da lei de Moisés. Paulo temia que essas ideias causassem dano também à igreja romana. Mas, talvez, em Roma, fossem particularmente os cristãos judeus que tinham dificuldades de se convencer de que não mais precisavam observar os festivais judeus. Paulo aqui está dizendo: Façam como quiserem nessa questão; o mais importante é não julgar aqueles que veem o assunto de maneira diferente de vocês. Aparentemente, alguns cristãos, a fim de se colocar no lado seguro, haviam decidido observar um ou mais dos festivais judeus. O conselho de Paulo é: Deixe que eles façam isso, se estiverem persuadidos a tanto.
Aplicar Romanos 14:5 ao sábado, como querem alguns, é injustificado. Pode-se imaginar Paulo tomando uma atitude tão descuidada em relação ao quarto mandamento? Como vimos ao longo de todo o trimestre, Paulo punha forte ênfase na obediência à lei e, portanto, ele certamente não colocaria o mandamento do sábado na mesma categoria de pessoas perturbadas a respeito de alimentos que poderiam ter sido oferecidos aos ídolos. Por mais que as pessoas usem esses textos como exemplo para mostrar que o sábado não é mais obrigatório, esses versos não dizem nada disso. Quando o usam dessa forma, dão um excelente exemplo do que Pedro advertiu que as pessoas faziam com os escritos de Paulo: “Suas cartas contêm algumas coisas difíceis de entender, as quais os ignorantes e instáveis torcem, como também o fazem com as demais Escrituras, para a própria destruição deles” (2Pe 3:16).
Qual tem sido sua experiência com o sábado? Tem sido a bênção que deveria ser? Que mudanças você pode fazer a fim de experimentar mais plenamente o que o Senhor lhe oferece no sábado?
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Quinta Ano Bíblico: Mq 1–4
Bênção de conclusão
9. A que exemplo se referiu Paulo ao mencionar que devemos suportar as debilidades dos fracos? Rm 15:1-3. Que importante verdade cristã está presente nesses textos?
10. Que significa ser seguidor de Jesus?
11. Que outros versos ensinam a mesma ideia? Como você pode viver esse princípio?
12. Na conclusão de sua epístola, que bênção Paulo pronunciou sob diversas formas? Rm 15:5, 6, 13, 33
“O Deus da paciência” significa o Deus que ajuda Seus filhos a perseverar firmemente. A palavra paciência, hupomone, significa fortaleza, firme resistência. A palavra consolação pode ser traduzida como encorajamento”. O Deus do encorajamento é o Deus que encoraja. O Deus da esperança é o Deus que deu esperança à humanidade. Igualmente, o Deus da paz é o Deus que dá paz e em quem se pode ter paz.
Que bênção apropriada em uma carta cujo tema dominante é a justiça pela fé! Encorajamento, esperança e paz! Como nosso mundo presente precisa dessas coisas!
13. Depois de numerosas saudações pessoais, como Paulo põe fim a sua carta? Rm 16:25-27
Paulo termina sua epístola com uma gloriosa declaração de louvor a Deus. É em Deus que os cristãos romanos, e todos os cristãos, podem confiar para confirmar sua condição como redimidos filhos e filhas de Deus, justificados pela fé e, agora, guiados pelo Espírito de Deus.
Paulo se emociona por ser portador de notícias tão gloriosas. Ele chama essas novas de “meu evangelho”. Ele se refere ao evangelho que proclama. Mas o que ele prega foi confirmado pela pregação de Jesus e pelas mensagens dos profetas. Foi mantido em segredo, não porque Deus não quisesse que as pessoas o conhecessem, mas porque as pessoas recusaram a luz do Céu, impedindo que Deus lhes desse maior luz. Além disso, havia alguns aspectos do plano que a humanidade seria incapaz de compreender até que o Messias viesse em carne humana. Ele deu uma demonstração, não só de como é Deus mas também de como o ser humano pode vir a ser, se recorrer ao poder divino.
O novo tipo de vida seria de “obediência da fé”, isto é, obediência que se origina da fé no Senhor, que justifica graciosamente os pecadores pela justiça concedida a todos os que a reivindicam para si.
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Sexta Ano Bíblico: Mq 5–7
Estudo adicional
Leia Ellen G. White: Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 477, 478: “Unidade e Amor na Igreja”; p. 604-606: “Amor Pelos que Erram”; A Ciência do Bom Viver, p. 166: “Auxílio aos Tentados”.
Vi o perigo em que o povo de Deus incorre ao olhar para o irmão e a irmã White, pensando que deve ir a eles com suas preocupações e em busca de conselho. Isso não deve ser assim. Eles foram convidados por seu compassivo e amoroso Salvador a ir a Ele quando cansados e sobrecarregados, e Ele os aliviará. ... Muitos vêm a nós com a pergunta: Devo fazer isto? Devo envolver-me nesta empreitada? Ou, com relação ao vestuário: Devo usar este ou aquele artigo? Respondo-lhes: Vocês professam ser discípulos de Cristo. Estudem a Bíblia. Examinem cuidadosamente e com oração a vida de nosso querido Salvador quando habitava entre os homens na Terra. Imitem-na e não se desviarão do caminho estreito. Recusamo-nos absolutamente lhes servir de consciência. Se lhes dissermos exatamente o que fazer, vocês nos olharão como guias em lugar de irem diretamente a Jesus” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 118, 119).
“Mas não devemos pôr a responsabilidade de nosso dever sobre outros, e esperar que eles nos digam o que fazer. Não podemos depender da humanidade quanto a conselhos. O Senhor nos ensinará nosso dever com tanta boa vontade como o faz a qualquer outro. ... Os que decidem não fazer, em qualquer sentido, coisa alguma que desagrade a Deus, depois de Lhe apresentarem seu caso saberão a orientação que hão de tomar” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 668).
“Tem havido sempre na igreja os que estão constantemente inclinados à independência individual. Parecem incapazes de compreender que a independência de espírito é susceptível de levar o instrumento humano a ter demasiada confiança em si mesmo e em seu próprio discernimento, de preferência a respeitar o conselho e estimar altamente a maneira de julgar de seus irmãos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 163).
Pergunta de discussão
Tendo em conta alguns dos temas desta semana, como podem os cristãos achar o equilíbrio correto em:
a) Ser fiéis ao que cremos, mas não julgar os outros, que consideram as coisas de modo diferente de nós?
b) Ser fiéis à consciência e não procurar servir de consciência para os outros e, ao mesmo tempo, buscar ajudar aqueles que cremos estarem em erro? Quando falar, e quando guardar silêncio? Quando seremos culpados se mantivermos silêncio?
c) Ser livres no Senhor e, ao mesmo tempo, perceber a responsabilidade de dar bom exemplo para os que podem nos olhar como exemplos?
A Lição em resumo
Texto-chave: Romanos 15:5
O ALUNO DEVERÁ...
Conhecer: A importância de permitir que cada pessoa siga a vontade de Deus pelo melhor que sabe e, ao mesmo tempo, ser sensível ao efeito de nossas ações sobre os outros ao nosso redor.
Sentir: O valor da unidade em Cristo como um princípio que orienta tanto a independência como a interdependência.
Fazer: O que for preciso para contribuir para a paz e a edificação do corpo de Cristo.
Esboço do aprendizado
I. Conhecer: Unidade na diversidade
A. Embora cada pessoa possa ter uma compreensão diferente do que Deus lhe pede para fazer, por que devemos nos aceitar e encorajar mutuamente a seguir a consciência individual e estar dispostos a aprender uns dos outros?
B. Que diferenças podem surgir quando os membros da igreja seguem a própria consciência na obediência a Deus?
C. Como essas diferenças podem levar à divisão, e como podem levar ao crescimento?
II. Sentir: Valorizando uns aos outros
A. Embora seja importante seguir a consciência individual, por que devemos também ser sensíveis à influência de nossas ações sobre os outros?
B. Como devemos nos relacionar com os membros da igreja que expressam preocupação sobre nosso estilo de vida, nossas ações ou sobre diferentes maneiras de pensar em questões espirituais?
III. Fazer: Construindo o corpo
A. Considerando que, de muitas maneiras, os membros do corpo de Cristo são diferentes, como podemos, ainda assim, nutrir o espírito de unidade?
Resumo: Embora todos possamos ter diferenças de compreensão sobre nosso dever para com Deus, ao nutrir aceitação e respeito, e aprender uns dos outros, o resultado será que podemos crescer em união.
Ciclo do aprendizado
Motivação
Conceito-chave para o crescimento espiritual: Os cristãos podem concordar em princípios das Escrituras mas discordar dos métodos de como viver esses princípios. Nesses casos, graça e compreensão devem ser mais importantes do que crítica e condenação.
Roma era um caldeirão cultural. Portanto, não é surpreendente que diferentes culturas levassem os cristãos a compreensões divergentes sobre a vida cristã. Muito embora tanto os cristãos judeus como os gentios fossem igualmente dedicados a Jesus como Salvador, sua formação cultural produzia certa tensão quanto à maneira de os dois grupos expressarem seu compromisso. O Concílio de Jerusalém (At 15) foi uma tentativa de solucionar as disputas entre os dois grupos; mas o fato de que o livro de Romanos foi escrito vários anos depois do Concílio é uma evidência da dificuldade de solucionar essas diferenças.
Se a primeira igreja, historicamente mais próxima do primeiro advento de Cristo, teve essas dificuldades, devemos nos surpreender de que as igrejas tenham dificuldades para se harmonizar? Sua igreja inclui vários grupos étnicos? Como a igreja misturou essas várias forças? A variedade produziu desarmonia?
A idade é outro fator que frequentemente divide as igrejas. Os cientistas sociais até falam da cultura jovem, como se fosse uma entidade separada, condensando valores, padrões sociais e linguagem exclusivos. Em sua igreja, existe interação harmoniosa entre as várias faixas etárias? Surgem batalhas culturais sobre preferências musicais, observância do sábado e metodologia evangelística? Quando há discórdia entre os cristãos, como as diferenças são resolvidas? Igreja dividida, discussões ásperas, crítica e sarcasmo? Ou quem sabe as características de sua igreja sejam compreensão, mente aberta, disposição para ouvir e flexibilidade? Benditos são realmente os que experimentam esta condição, e não a primeira!
Tendo estabelecido um fundamento teológico adequado, Paulo se dirigiu às discordâncias culturais práticas que ameaçavam fraturar a igreja.
Atividade: Leve um recipiente grande de vidro transparente. Primeiramente, encha o recipiente com pedras grandes. Pergunte: O recipiente está cheio? A resposta esperada será “sim”. Então, mostre um saco de areia que até então esteve escondido, despejando areia no recipiente. Pergunte se agora o recipiente está cheio. Espere uma resposta afirmativa, embora alguns possam vacilar porque antes foi mostrado que eles estavam errados. Em seguida, tire uma garrafa de água escondida e encha novamente o recipiente.
Discuta: Como a atividade ilustra visualmente a importância de ter mente aberta e ser criativo em nossa abordagem da obra de Deus? Por que sempre deve haver espaço para novas ideias e metodologias além dos conceitos antigos?
Compreensão
Só para os professores: Muitas vezes, teóricos intelectuais propõem esquemas grandiosos que resultam nos maiores fracassos quando provados na prática. A teologia de Paulo pode sobreviver ao “calor” do fogo cruzado cultural? Este mundo é um campo minado prestes a explodir. Como os líderes da igreja devem facilitar a cura e reconciliação quando surgem discórdias entre os fiéis?
Comentário bíblico
I. O irmão fraco
(Recapitule com a classe Rm 14:1-4.)
A cada dia, são tomadas milhares de decisões referentes a uma variedade de escolhas de estilo de vida. Os cristãos creem que nenhuma decisão é sem importância, porque toda a sua existência pertence ao senhorio de Cristo. Os cristãos também vivem em comunidade; portanto, um posição isolacionista é impossível.
Que acontece quando surgem entre os fiéis diferentes padrões e discordâncias quanto às práticas cristãs? Infelizmente, uma opção inaceitável que aparece muito frequentemente é a de depreciar os mais escrupulosos. Os contemporâneos de Paulo tinham dificuldades a respeito dos alimentos sacrificados aos ídolos e da observância dos sábados cerimoniais. Hoje, os adventistas do sétimo dia debatem questões semelhantes – regime alimentar, moda aceitável, apropriada observância do sábado, casamento inter-racial e preferências musicais. Às vezes, os mandados e diretrizes divinos são interpretados de forma diferente, mas, com maior frequência, o debate se refere a assuntos que não são tratados especificamente nas Escrituras. Esses casos não são sem importância, e os cristãos devem extrair princípios das Escrituras para guiar sua decisão quanto a novas tecnologias e diferenças culturais recentemente encontradas.
Certamente, deve-se exercer precaução para evitar abismos intransponíveis de um lado ou de outro. O primeiro abismo é imaginar que as Escrituras tratam diretamente de cada situação cultural. A segunda é acreditar ingenuamente que as Escrituras não têm nada a dizer sobre essas situações. O estudo cuidadoso em oração dos princípios bíblicos, sob a direção divina, livrou a igreja da desintegração ao longo da história cristã. No entanto, será que o cristão escrupuloso deve sofrer comentários depreciativos de seus irmãos de fé por sentir-se impossibilitado de aceitar conscienciosamente certas coisas? “Não”, diz Paulo. Nem deve o escrupuloso (“fraco”) condenar aqueles que veem conscienciosamente as coisas de modo diferente.
Os cristãos não são livres para rejeitar assuntos definidos claramente e tratados diretamente pelas Escrituras. Também devem reconhecer que a maioria das decisões corriqueiras da vida não se classificam nessa categoria. Humildemente e em oração, os fiéis devem buscar a Deus para alcançar a sabedoria para reconhecer a diferença.
Todas as culturas estão contaminadas pelo pecado. Os fiéis não são compelidos a aceitar o materialismo ocidental nem as práticas de vodu caribenho simplesmente porque são marcas registradas culturais. A defesa de práticas com base unicamente na cultura é inadequada. Deus espera um padrão mais elevado. Porém, condenar práticas simplesmente com base na cultura é igualmente indefensável.
Pense nisto: Como os cristãos conscienciosos devem se relacionar com outros crentes que praticam sua fé de forma diferente? O que normalmente acontece quando os crentes dirigem condenação contra outros cristãos que pensam diferente? Como se deve determinar qual é o fundamento irredutível do evangelho e o que é questão de preferência? Como os fiéis devem reagir quando outros membros arrogantes os depreciam?
II. Com o critério com que julgardes
(Recapitule com a classe Rm 14:10.)
Romanos 14:10 pode ser descrito como o trunfo de Paulo. Para o leitor não convencido, esse princípio é a essência de seu ensino: Se você julgar os outros com severidade aqui, o juízo divino cairá sobre você em maneira e extensão idênticas (veja Mt 7:1-4). Inversamente, aqueles que tratam humildemente as diferenças de opinião em áreas controversas, que demonstram uma atitude misericordiosa, podem esperar misericórdia no dia de prestar contas.
Pense nisto: Como Romanos 14:10-12 se relaciona com Mateus 6:14, 15? Os cristãos podem ser firmes e inflexíveis, mas também não ser críticos?
III. Não dando motivo para escândalo
(Recapitule com a classe Rm 14:15-23.)
A influência humana é nossa responsabilidade. Somos responsáveis por nossa influência sobre os outros. Como um cristão pode ignorar levianamente essa responsabilidade quando pode ser essa a diferença sobre o destino eterno de outra pessoa? Qual deve ser mais importante – a salvação eterna da pessoa ou o exercício de minha liberdade cristã? O princípio de responsabilidade pessoal não nos proíbe de ajudar o cristão escrupuloso a formar a consciência quanto à liberdade cristã, mas nos adverte a não ignorar arrogantemente seus sentimentos.
Tendo em conta esta discussão, considere a seguinte situação: Jonatã ouviu que Rogério faz a melhor salada da cidade. Embora ele nunca haja tomado bebidas alcoólicas, ele sabe que Rogério também tem a reputação em toda a região metropolitana de ter “o ponto de encontro dos bêbados”. Por isso, ele come em outro restaurante. Comer no restaurante de Rogério é pecado? Não. Comer em outro lugar é talvez mais prudente?
Pense nisto: Esse princípio pode oferecer aos membros “conservadores” um impulso impróprio? Se somos a consciência mais “conservadora”, como podemos evitar que os outros se sintam “incomodados”?
Aplicação
Só para os professores: Escolha uma ou mais das seguintes situações da vida e comente como se aplicam os princípios de Romanos 14 e 15. Como os cristãos podem tornar seu mundo mais sujeito aos princípios e mais tolerante ao mesmo tempo?
Atividade: Leia o seguinte:
A. Adonias foi criado em um lar conservador caracterizado por vestuário simples, rígida observância do sábado e educação caseira. Depois de completar um exame supletivo, ele pensava em frequentar um instituto “independente” porque seus pais achavam que os colégios adventistas eram muito mundanos. Mas ele mudou de ideia porque tinha muita vontade de cursar enfermagem, e o instituto independente não fornecia aquele curso. Pelo menos, ele argumentava, a universidade adventista seria menos mundana que uma universidade oficial. Para sua felicidade, ele descobriu um grupo de amigos conservadores na universidade adventista. Certo sábado, pouco antes da formatura, ele e sete rapazes visitaram um pequeno lago na montanha rodeado por uma trilha. A meio caminho, um de seus amigos sugeriu que eles fossem nadar no lago para acalmar o calor sufocante. Adonias ficou chocado por seus amigos conservadores fazerem isso, pois lhe fora ensinado que nadar no sábado era pecado. Como essa situação deveria ser tratada?
B. Joanita se uniu à igreja três anos atrás. Ela se tornou muito ativa em levar pessoas a Cristo e, recentemente, levou para a igreja sua vizinha, Solange, por três semanas sucessivas. Joanita mencionou a Solange que cada quarto sábado do mês havia um “ajunta-panelas”, mas nunca imaginou que Solange levaria algum prato. Solange se sentiu tão aceita nessa nova família da igreja que quis contribuir com alguma coisa para o almoço. Assim, ela preparou a receita tradicional da família. Isso requereu várias horas de preparação, mas, por gratidão, ela fez alegremente o prato. Quando a matriarca da igreja viu a carne assada com batatas, ela quase explodiu. (Existe uma regra não escrita que todos os pratos devem ser estritamente vegetarianos.) Ela praticamente arrastou Joanita pelo corredor até a cozinha para questioná-la. Como esta situação devia ser resolvida?
Pergunta para consideração
Que papel deve ter nosso sistema educacional em desenvolver discernimento, tolerância e compaixão?
Criatividade
Só para os professores: A paixão de Paulo por uma igreja unida na pregação do evangelho de liberdade em Cristo deve ser reproduzida em nossa geração. O diálogo a respeito dos assuntos práticos é necessário; as batalhas, não.
Atividade: Escreva uma nova canção que destaque os temas de parceria, tolerância e abnegação cristã no contexto deste estudo. O que você planeja fazer para praticar essas virtudes nos próximos meses?
Vegetarianos
Vegetarianos famosos
Caros leitores, estou publicando uma lista de famosos vegetarianos.Muitos deixaram de comer carne por compaixão aos animais e outros por questão de saúde.
Acho interessante mostrar que vegetarianos são belos e chegam a terceira idade esbanjando saúde e beleza.Confira:
Juntos há 28 anos,o belíssimo casal não come carne vermelha,mas come peixe.Ao contrário de seu filho Kim, que é vegetariano total e não come nem um tipo de carne.
Aqui a lista das personalidade vegetarianas do mundo inteiro:
CLique no link abaixo para conferir
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_vegetarianos
Material editado do Blog da Apresentadora Luiza Mel
http://luisa.mell.blog.uol.com.br/arch2010-09-12_2010-09-18.html
Caros leitores, estou publicando uma lista de famosos vegetarianos.Muitos deixaram de comer carne por compaixão aos animais e outros por questão de saúde.
Acho interessante mostrar que vegetarianos são belos e chegam a terceira idade esbanjando saúde e beleza.Confira:
Bruna Lombardi Carlos Alberto Ricelli
Juntos há 28 anos,o belíssimo casal não come carne vermelha,mas come peixe.Ao contrário de seu filho Kim, que é vegetariano total e não come nem um tipo de carne.
Cid Moreira
O apresentador do Jornal Nacional durante 25 anos, não come carne há mais de 50 anos.Cid parou de comer carne aos 8 anos porque achava que carne fazia mal à sua saúde.
João Gordo
O Legendário é vegetariano desde 2005. Parou de comer carne por compaixão aos animais.
Isis Valverde
A Marcela de Ti,ti,ti é a mais nova celebridade a aderir ao vegetarianismo.A bela substituiu cane vermelha e de frango por carne de soja e come peixe e frutos do mar.
Zizi Possi
A cantora e mãe de Luiza Possi dá até ração vegetariana a seu cão.
Soninha Francine
A jornalista e ex vereadora de São Paulo é budista e afirma que toda forma de vida deve ser respeitada.Não come carne há mais de 20 anos
Thaiala Aiala
A amanda.de Ti,Ti,Ti e musa de Paulinho Vilhena, afirma que desde que se tornou vegetariana, se sente muito melhor e ficou com um corpo mais bem definido.
Éder Jofre
O maior pugilista brasileiro atribui muito de sua resistência à dieta vegetariana, que ele segue desde criança.
Lima Duarte
O consagrado ator Lima Duarte, 81, não come carne há mais de 30 anos“Tenho uma atenção maior com o outro” .
Luisa Mell
...que não come carne vermelha desde criança porque fazia mal. Parei de comer frango e peixe quando comecei a apresentar o Late Show e descobrir os horrores da indústria da carne.
Aqui a lista das personalidade vegetarianas do mundo inteiro:
CLique no link abaixo para conferir
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_vegetarianos
Material editado do Blog da Apresentadora Luiza Mel
http://luisa.mell.blog.uol.com.br/arch2010-09-12_2010-09-18.html
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